Por confirmar
526 dudas abiertas. Son lo que las fuentes consultadas no han resuelto — y lo que no se escribe como un hecho hasta que alguien lo confirme.
¿Sabe la respuesta, o dónde está el documento que la da? Díganoslo.
Recorridos · 11
La máquina de la represión2
- El número exacto del edificio del Gobierno Civil en la Rua Capelo y su uso actual; la parada se sitúa en ese tramo de la calle.
- La fecha en que el Tribunal Plenario de Lisboa empezó a reunirse en la Boa-Hora.
Las figuras de Abril2
- A primeira prisão de Álvaro Cunhal: a 20 de junho de 1937, segundo a Câmara de Lisboa, que diz que foi levado para o Aljube; a 21 de julho, segundo o Memória Comum, que não diz para onde.
- Se Maria Barroso esteve no Aljube no dia do casamento: as fontes dizem só que se casaram por procuração na cadeia, onde Soares estava preso.
Del Padrão al muelle4
- Los nombres de las 138 personas expuestas en 1940, que están en los papeles de la exposición guardados en el Archivo Histórico Ultramarino, según Cláudia Castelo: ninguna de las fuentes consultadas los publica.
- Si el «almacén de la Rua da Junqueira» donde la RTP filmó cajas de «retornados» en 1977 era el antiguo edificio de la Feria Internacional de Lisboa, donde el periodista Guilherme de Melo sitúa los contenedores.
- En qué años, además de los filmados por la RTP (1961, 1962 y 1964), embarcaron tropas en el muelle de Alcântara.
- El día en que el Movimiento Nacional Femenino fue recibido en Belém: el informativo de la RTP es del 18 de mayo de 1966.
Del Rato al Parque3
- La casa de Carolina Beatriz Ângelo: la numeración actual de la Rua do Sol ao Rato no llega al 181, y la parada es aproximada.
- El número de portal de la última sede del Consejo Nacional de Mujeres Portuguesas, en la Travessa da Fábrica das Sedas.
- La carta de Maria Lamas a Eugénio Bento Ferreira, del 6 de marzo de 1947 («un éxito estruendoso»; la prensa católica vio en el Consejo «un peligro de muerte para la Mujer y la Moral»), solo se ha leído tal como la cita la Wikipedia, a partir del libro «Cartas de Maria Lamas» (Campo das Letras, 2004), que no se ha consultado.
Estudiantes contra la dictadura1
- O ponto exato do anfiteatro pré-fabricado no atual campus do ISEG, e se há placa.
Graça, la colina de las mujeres1
- El número de portal de la antigua sede de las costureras en la Rua do Benformoso; la parada se sitúa en la calle.
El día inicial1
- O papel de Maria de Lurdes Rocha só aparece na cronologia de Jofre Alves (CD25A).
El Estado Novo, explicado2
- Se os dois cartazes de «A lição de Salazar» citados — o da «trilogia da educação nacional» e o do «Estado Novo Corporativo» — são dos sete quadros feitos em 1938 para o décimo aniversário de Salazar nas Finanças: o Tribunal de Contas fala dos sete quadros e ilustra-os com outro cartaz da mesma série «A lição de Salazar», o da restauração financeira; a Biblioteca Nacional regista os dois cartazes como de 1938, desenhados por Martins Barata e editados pela «Escola Portuguesa». Tudo aponta para a mesma série, mas nenhuma fonte lida diz que eram sete nem enumera os quadros.
- O ano em que o cartaz do Secretariado Nacional de Informação dirigido às mulheres foi feito: 1945 ou 1946, segundo a Biblioteca Nacional.
El voto de Carolina3
- Que los números de portal actuales (Rua Nova do Almada, 84; Praça dos Restauradores, 13; Rua dos Castelinhos, 6; Rua de Dona Estefânia, 62) corresponden a los edificios de la época.
- El número de portal del Centro Escolar Republicano Dr. Afonso Costa en la Calçada de Arroios.
- Lo que la Liga pidió al Gobierno Provisional en octubre de 1910, además del voto: la Wikipedia dice que pedía también la revisión del Código Civil y el divorcio; el historiador João Esteves y el periódico «A Capital» solo hablan de una «amplia representación de reivindicaciones feministas», entre ellas el voto.
Palabras prohibidas1
- El punto exacto del antiguo Café Chave d'Ouro en el Rossio: la parada se sitúa en la plaza.
Una gaviota volaba9
- El punto del Teatro Vasco Santana en el mapa es aproximado: es el de la antigua Feira Popular, del lado de la Avenida da República, donde las fuentes sitúan el pabellón.
- En qué sala se estrenó «Lisboa 72-74», la obra en la que se oyó por primera vez «Somos Livres»: ninguna fuente lo dice. El Teatro Estúdio de Lisboa tenía su sede permanente en el Teatro Vasco Santana desde 1972, pero la lista de las obras estrenadas allí que publica Restos de Colecção no la incluye.
- El día del espectáculo de lanzamiento de «Mulheres Guerrilheiras»: el recorte de «O Século» dice «ayer», y la Casa Comum solo lo fecha en 1974.
- Cuándo fue abucheada Teresa Paula Brito en el Coliseu: el musicólogo Luís Freitas Branco lo cuenta sin fecha.
- El día del I Encuentro de la Canción Portuguesa: el 29 de marzo de 1974 (Casa Comum, Mensagem de Lisboa) o el 28 de marzo (cronología de la Asociación 25 de Abril).
- El día del primer «Zip-Zip»: el 26 de mayo de 1969 en el vídeo de RTP Arquivos, el 24 de mayo en la fotografía de la misma emisión.
- Si la «Pedra Filosofal» que se oye en la parada del Villaret es la grabación de 1969–1970: la edición digital es de 2020, de World Music Records, que no dice el año de la grabación.
- El año de «Ser Solidário», de José Mário Branco: 1982 en el Archivo José Mário Branco, que da las fechas de la grabación (de enero a marzo de 1982); 1980 en el Museo del Aljube.
- El año de la muerte de Natália Correia: 1993 (Imprensa Nacional, a la que se sigue); el Archivo José Mário Branco escribe 16 de marzo de 1992.
Lugares · 91
Aeropuerto de Lisboa (Portela)2
- Que Maria Antónia Fiadeiro foi presa no aeroporto de Lisboa: a Wikipédia e o Correio da Manhã (2023) dizem que foi presa «no aeroporto» a 26 de novembro de 1972, ao regressar do Brasil, e levada para Caxias, mas nenhuma das duas nomeia o aeroporto; a CIG diz só que foi presa em 1972, quando regressava do Brasil.
- A hora a que o aeroporto ficou controlado na madrugada de 25 de abril: 04h00 (Comissão Comemorativa) ou 04h25, a hora da mensagem ao Posto de Comando (Associação 25 de Abril).
Sede de la Asociación Femenina Portuguesa por la Paz2
- Em que anos funcionou cada sede, a da Rua do Loreto e a da Rua Latino Coelho: o registo do Governo Civil só diz que a primeira foi anterior.
- O ponto no mapa marca a Rua Latino Coelho, não o prédio do n.º 25.
Cárcel del Aljube3
- El precio de la entrada: el «Preçário» (tarifas) del museo dice 4 € y la página «Como chegar» (cómo llegar) dice 3 € (ambas consultadas el 2 de octubre de 2026).
- Desde cuándo fue el edificio cárcel de mujeres, antes de 1928.
- Si hubo mujeres presas políticas en el Aljube después de 1928 (las fuentes consultadas solo documentan presas por delitos comunes, antes de esa fecha).
Palácio de São Bento1
- Se o claustro com o busto de Maria Alda Nogueira se pode visitar, e em que condições.
Avenida Barbosa du Bocage, n.º 96 (capilla particular de Josué Trocado)2
- La hora de la explosión: «hacia las 10 de la mañana» (António de Araújo) o las 10.25 (Diário de Notícias).
- Si el edificio del n.º 96 aún existe y qué número tiene hoy: las coordenadas marcan la avenida, no el edificio.
Avenida Barbosa du Bocage, n.º 96 (capilla particular de Josué Trocado)
Palácio de Belém1
- O dia da tomada de posse de Maria Teresa Cárcomo Lobo, em agosto de 1970: a nomeação foi notícia n’A Capital a 20 de agosto e o decreto saiu no Diário do Governo de 21 (Arquivo Histórico da Presidência); a notícia da RTP sobre a posse tem a data de 22 de agosto, que pode ser a da emissão e não a da cerimónia.
Tribunal de la Boa-Hora5
- Que o Plenário de Lisboa reunia na Boa-Hora vem da Mensagem de Lisboa (2022); falta uma fonte de arquivo que o confirme, diga desde quando e identifique a sala.
- O dia do julgamento de Maria Alda Nogueira (22 de outubro de 1960) só se leu na Wikipédia. Que a sua pena foi «a mais pesada» dada a uma mulher por razões políticas também só vem da Wikipédia; o Memória Comum diz que foi «a primeira mulher condenada a 8 anos de prisão maior e medidas de segurança», e é isso que o texto diz.
- A hora a que começou o julgamento das «Três Marias», a 25 de outubro de 1973: o Diário de Lisboa desse dia diz só que «hoje começou»; o de 8 de maio de 1974 cita «começou ontem às 10 horas, o julgamento de, etc.» como exemplo da nota de rotina a que a censura reduzia as notícias, o que não basta para fixar a hora (por isso a data já não a leva).
- O recurso de Carolina Beatriz Ângelo para ser recenseada (1911) foi decidido pelo juiz da 1.ª Vara Cível (Assembleia da República); o historiador João Esteves diz que foi entregue aqui, a 24 de abril de 1911, mas nenhuma fonte diz se a 1.ª Vara Cível funcionava na Boa-Hora.
- Estado do Memorial do Largo da Boa-Hora em 2026 e uso atual do edifício; a coordenada é a do largo.
Botequim3
- Quem fundou: as quatro amigas (Museu do Aljube, NOVA FCSH) ou Natália com Isabel Meyrelles, em sociedade (Imprensa Nacional; Wikipédia). O nome escreve-se como na Imprensa Nacional, «Meyrelles»; o Museu do Aljube e a NOVA FCSH escrevem «Meireles».
- Não se encontrou fonte que descreva reuniões políticas concretas no Botequim antes de 1974; a ligação à oposição vem da tertúlia que Natália mantinha em casa.
- Se há placa na fachada da Vila Sousa.
Cárcel de las Mónicas5
- O decreto de 16 de abril de 1918 que criou aqui a Cadeia Civil de Mulheres vem só da Wikipédia em inglês, que cita o SIPA (a ficha do SIPA não abriu, nem a 4 de outubro de 2026); o Diário de Notícias (2021) diz que o convento passou a cadeia de mulheres em 1917. A criação de Tires em 1953 está confirmada pela Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais; a data da transferência das reclusas das Mónicas, não.
- Uso atual do edifício: o projeto de hotel foi aprovado pela Câmara a 19 de abril de 2023 (NiT; Opção Turismo), mas não se sabe se a obra está feita; se o espaço se pode visitar.
- O nome completo de Dalila, a tia de Magda Fonseca, e as datas das suas prisões.
- Outras presas políticas nas Mónicas referidas em blogues (Aida Paulo, transferida em 1939; Carolina Loff da Fonseca) — sem confirmação em fonte institucional.
- A data em que Isabel Aboim Inglez foi mandada para as Mónicas.
Café Gelo2
- Para onde foi o grupo depois de expulso do Gelo: o Café Nacional, na Rua 1.º de Dezembro (Luiz Pacheco, entrevista citada pelo Observador), ou o Café Palladium, na Avenida da Liberdade (Eurico de Barros, Time Out, 2021, fonte da Wikipédia).
- Texto da placa à porta.
Calçada Ribeiro Santos2
- El edificio exacto de la casa (Seara Nova da el n.º 37) y la autoría de la placa de 2012.
- Cuántas personas fueron al funeral: «miles» (Museo del Aljube) o unas cinco mil (Toponímia de Lisboa).
Comedor de la Cidade Universitária3
- El día en que empezó la huelga de hambre: 9 de mayo según el Museo del Aljube (la Wikipedia sitúa el 9 la asamblea que la aprobó); la Comisión Conmemorativa no da el día.
- Cuántos fueron detenidos: unos 800 (PSP), unos 1200 (asociaciones de estudiantes) o 1500 (título de un artículo de la revista del Expresso de 2012, citado por la Wikipedia).
- Maria Cristina Pereira aparece dos veces en la lista de huelguistas identificados por la PIDE publicada por la Comisión Conmemorativa: dos estudiantes con el mismo nombre, o una repetición.
Capilla do Rato3
- Quantas pessoas foram levadas para a esquadra: fala-se geralmente em 91, número que António de Araújo repete sem o confirmar (o relato do capitão Américo Maltez, da PSP, dá 74 identificadas, e o dos participantes cerca de 40 na capela); cerca de 60 segundo Eloísa Aragão e a Wikipédia; «cerca de meia centena» segundo a RTP Ensina.
- O papel das Brigadas Revolucionárias: Carlos Antunes disse que as BR tiveram papel central e que foi ele quem decidiu que Conceição Moita leria a declaração; Isabel do Carmo e os organizadores católicos dizem que a decisão foi dos católicos.
- A presença de Sophia de Mello Breyner Andresen na capela: uma fonte secundária a favor (João Miguel Almeida, 2008), testemunhos que não a confirmam.
Casa donde murió Angelina Vidal (Rua de São Gens, 41)2
- El año de nacimiento de Angelina Vidal: 1847 (Toponímia de Lisboa; la Wikipedia cita la partida de bautismo) o 1853 (FCSH+Lisboa). Según la Wikipedia, la fecha de nacimiento de la lápida es errónea.
- Si el n.º 41 de hoy es el mismo de 1917.
Casa de Carolina Beatriz Ângelo y Januário Barreto (Rua do Sol ao Rato, 181)3
- Dónde estaba el n.º 181 de la numeración de 1909–1910: la numeración actual de la calle no parece llegar a ese número (OpenStreetMap), y el punto en el mapa solo marca la calle. Los planos y los registros de la época, en el Archivo Municipal de Lisboa, pueden dar la respuesta.
- El día de la muerte de Januário Barreto: 23 de junio de 1910, según un blog sobre la historia del Benfica, club del que fue el primer presidente de la junta directiva; Isabel Lousada solo da el año.
- Cuándo la pareja o Carolina, ya viuda, dejó esta casa por la de la Rua António Pedro, en Arroios, y el número de esa casa.
Casa de Carolina Beatriz Ângelo y Januário Barreto (Rua do Sol ao Rato, 181)
Casa de Natália Correia3
- Si el edificio tiene alguna placa que recuerde a Natália Correia.
- El punto en el mapa viene de una consulta médica con dirección en el n.º 52 (OpenStreetMap), no de la entrada del edificio.
- La pena por la «Antologia»: 90 días de prisión sustituidos por multa, el 21 de marzo de 1970, según la cronología de Luiz Fagundes Duarte, que en otro pasaje habla de una pena de prisión suspendida; el Museo del Aljube habla de pena suspendida y la sitúa en 1966, el año del libro.
Casa de Sophia de Mello Breyner Andresen3
- O ponto no mapa: o OpenStreetMap só identifica o n.º 57-D da mesma travessa; falta confirmar a porta do n.º 57.
- Se há alguma placa na fachada do n.º 57.
- A data do pedido para abrir uma editora nesta casa e o processo da Torre do Tombo onde está.
Fuerte de Caxias — la prisión política6
- Desde quando houve aqui presos políticos do Estado Novo: o Reduto Sul passou para a polícia política em janeiro de 1935, mas a escultura de 2020 conta os presos a partir de 1936.
- Quem estava no Reduto Norte: o Memória Comum diz que passou para a polícia política em maio de 1938, para as mulheres, mas as suas próprias fichas registam presos homens levados para lá em 1937 e 1939, e a fuga de 1961 partiu do seu fosso, com presos homens. Em abril de 1974, segundo a lista do Diário de Lisboa, o Reduto Norte tinha 68 homens e nove mulheres.
- As datas da prisão de Cesina Bermudes em Caxias (de 14 de outubro de 1949 a 14 de janeiro de 1950) e a passagem de Stella Piteira Santos por aqui, em fevereiro de 1962, só se encontraram na Wikipédia.
- Quem comandou a tomada de Caxias: os capitães José Brás e Mário Pinto, à frente de paraquedistas, segundo a cronologia da Associação 25 de Abril e a da Comissão Portuguesa de História Militar; o capitão-tenente Abrantes Serra e o capitão Mário Pinto, à frente de fuzileiros e paraquedistas, segundo a página «Presos políticos» da mesma Associação. O testemunho de Fernando Correia no Diário de Lisboa de 27 de abril de 1974 refere paraquedistas e fuzileiros navais, mas não nomeia os oficiais.
- Quantos presos saíram em liberdade: 82 — 78 e, por fim, os quatro do hospital-prisão —, segundo o República citado pelo Esquerda.net; 85, segundo a Comissão Comemorativa 50 Anos; 80 pela lista do Diário de Lisboa de 27 de abril de 1974 (77 no Reduto Norte e três na prisão-hospital). Por isso o texto dá a lista do Diário de Lisboa e não um total.
- Se o forte se pode visitar — é hoje um estabelecimento prisional em funcionamento — e onde está a placa de 2019, dentro ou fora do recinto.
Centro Escolar Republicano Dr. Afonso Costa — clases nocturnas para mujeres (Calçada de Arroios)3
- El número del portal del centro en la Calçada de Arroios, y si el edificio aún existe.
- Quién dirigía el Grupo Portugués de Estudios Feministas: Maria Veleda, según la Toponímia de Lisboa; Ana de Castro Osório, según el texto citado por el Almanaque Republicano y el Dicionário de Médicos Portugueses.
- Si los cursos nocturnos que Maria Veleda creó en el centro (Wikipedia) son los mismos que el Grupo Portugués de Estudios Feministas daba allí en 1907 (Toponímia de Lisboa).
Centro Escolar Republicano Dr. Afonso Costa — clases nocturnas para mujeres (Calçada de Arroios)
Casa de la familia Espírito Santo — sede del Centro de Estudios Africanos2
- Se o prédio que hoje está no n.º 37 é o mesmo de 1951.
- O nome completo da «tia Andreza», que as fontes só tratam assim.
Casa de la familia Espírito Santo — sede del Centro de Estudios Africanos
Café Chave d'Ouro2
- Localização exata do antigo café no Rossio e número de polícia: as coordenadas são as da praça. Há uma agência da Caixa Geral de Depósitos na contígua Praça D. João da Câmara (nó OSM 2493312081), mas não se confirmou que seja o edifício do Chave d'Ouro. O Observador (2015), a partir do livro de Frederico Delgado Rocha, situa o café «no número 38 do Rossio»; falta confirmar que prédio é hoje.
- O uso atual do edifício: agência bancária, primeiro do Banco Nacional Ultramarino e hoje da Caixa Geral de Depósitos, segundo o blogue Restos de Colecção.
Cidade Universitária de Lisboa (Estadio Universitario y facultades)2
- El día de la asamblea del Estadio Universitario en la que habló Isabel do Carmo: la fotografía publicada por la Comisión Conmemorativa de los 50 Años del 25 de Abril, de su propia colección, solo tiene el año, 1962.
- Cuándo fue agredida Helena Neves por un agente de la PIDE en una manifestación: el Museo del Aljube no da la fecha.
Cidade Universitária de Lisboa (Estadio Universitario y facultades)
Club Estefânia — colegio electoral de São Jorge de Arroios (1911)5
- Si el n.º 62 actual de la Rua de Dona Estefânia es el edificio de 1911 (la numeración y el edificio pueden haber cambiado), y qué hay allí ahora.
- El texto de la placa de la entrada de la sede actual del club.
- A quién votó: en un blog (Em Defesa do Benfica, 2014) se lee que votó a Afonso Costa, Bernardino Machado y Magalhães Lima, candidatos del Partido Republicano; falta confirmarlo en la prensa de 1911.
- La frase «Si la ley no nos abre la puerta, tampoco nos pone en la calle» («Se a lei não nos abre a porta, também não nos põe na rua»), que Mensagem de Lisboa atribuye a Carolina, no lleva fuente de la época.
- La Asamblea de la República escribe que en 1911 Finlandia era «el único país europeo que reconocía el derecho de voto a las mujeres»; pero Noruega lo concedía desde 1907, en las elecciones nacionales, a las mujeres con ciertos ingresos (Storting). Quizá la Asamblea se refiera al voto sin restricciones; el texto dice las dos cosas.
Club Estefânia — colegio electoral de São Jorge de Arroios (1911)
Última sede del CNMP, cerrada por la policía en 19473
- Quem mandou fechar a sede: «forças policiais» (CIG), a Polícia Judiciária (Virgínia Baptista) ou o Governo de Salazar (Teresa Joaquim). A ordem de encerramento não foi encontrada.
- O ponto no mapa marca o meio da travessa, não o prédio do n.º 1 (o número vem do processo do Governo Civil de Lisboa; a FCSH+Lisboa dá só a rua, que escreve «Travessa das Fábricas das Sedas»).
- O processo do Governo Civil de Lisboa (1914–1947) dá como sede do Conselho a Rua da Ilha Terceira, n.º 44, rés-do-chão, e a Travessa da Fábrica das Sedas como sede «anteriormente»: falta saber quando houve essa mudança e se a última sede fechada pela polícia, a 28 de junho de 1947, foi a das Amoreiras (como dizem a FCSH+Lisboa e Teresa Joaquim) ou a da Rua da Ilha Terceira. Só a leitura do processo (caixa 734) o resolve.
Consejo Nacional de Mujeres Portuguesas3
- O que ocupa hoje o n.º 13 da Praça dos Restauradores, e se o prédio é o mesmo (a paragem fica na praça).
- O parentesco de Maria Brazão com Adelaide Cabete: sobrinha, segundo a Toponímia de Lisboa; irmã, segundo a NOVA FCSH e a Wikipédia.
- As teses de Ilda Pinto de Lima, Regina do Carmo, Julieta Ribeiro de Carvalho e Maria Isabel Correia Manso só foram lidas na Wikipédia; a brochura de 1924 atribui «Bibliotecas infantis» e «Escolas ao ar livre», que a Wikipédia dá às duas primeiras, ao Instituto Feminino de Educação e Trabalho.
Coliseu dos Recreios1
- O número de canções proibidas (trinta) e a presença de capitães do Movimento na plateia só foram lidos na Wikipédia; o Diário de Lisboa de 30 de março de 1974 confirma as cinco mil pessoas e a lotação esgotada, mas, sob censura, só fala de «ausências» de canções.
Consultorio de Carolina Beatriz Ângelo (Rua Nova do Almada, 84)3
- Si el n.º 84 actual es el mismo edificio que el n.º 84 de 1909.
- Durante cuánto tiempo funcionó aquí el consultorio: solo existe la referencia del anuncio de 1909.
- En qué tribunal se tramitó el recurso de Carolina para inscribirse en el censo electoral: un blog (Em Defesa do Benfica, 2014) dice que fue en el Tribunal de la Boa-Hora, a pocos pasos de aquí, en el 1.er Juzgado de lo Civil de Lisboa.
Consultorio de Carolina Beatriz Ângelo (Rua Nova do Almada, 84)
Cordoaria Nacional (Hospital Colonial y Escuela de Medicina Tropical)2
- En qué parte del edificio funcionó el Hospital Colonial: las fuentes solo dicen que ocupó «una parte de la Cordoaria».
- Dónde trabajaban las investigadoras del Instituto antes y después del traslado de 1958: el estudio de João Lourenço Monteiro no distingue los edificios.
Cordoaria Nacional (Hospital Colonial y Escuela de Medicina Tropical)
Sede de la asociación de clase de las Costureras y Aparadoras (Rua do Benformoso)4
- El número de portal de la sede del sindicato en la Rua do Benformoso.
- El día de la huelga (en el verano de 1915, después del 8 de agosto) y la dirección de la fábrica, en la colina de Santana.
- Todo lo que aquí se cuenta viene de un solo artículo, de Luís Carvalho, en el periódico A Voz do Operário (2019), que resume los números de 1915 del mismo periódico.
- El artículo dice que dejaron el empleo doce obreras en solidaridad, pero la lista de nombres que publica tiene once.
Sede de la asociación de clase de las Costureras y Aparadoras (Rua do Benformoso)
Sede del «Diário da Manhã» (Rua da Misericórdia, 95)1
- Qué ocurrió exactamente en este edificio el 26 de abril de 1974: la Asociación 25 de Abril registra que la sede de «Época» fue destruida por la gente de la calle, sin describirlo, y la Trienal de Lisboa dice que el periódico tuvo aquí su sede hasta después del 25 de Abril.
Doca de Alcântara (ataque al carguero «Cunene»)1
- Se o paquete «Vera Cruz» foi o alvo inicial e a frase do comandante do «Cunene» sobre «um encanamento de gasóleo» só foram lidos na Wikipédia; o relato de Jaime Serra não os refere.
Emissora Nacional (Rua do Quelhas)2
- A hora da ocupação: 3h15 (página «Lugares de Abril»; cronologia de Jofre Alves) ou 3h50 (cronologia «Movimentações do dia 25 de Abril», da mesma Associação 25 de Abril).
- O que funciona hoje no n.º 2 da Rua do Quelhas: as coordenadas marcam a rua, não o edifício.
Emissores Associados de Lisboa (estudio de la Avenida Elias Garcia)2
- Que uso tem hoje o 7.º andar e em que ponto do prédio está a placa dos «Lugares de Abril».
- Qual das estações dos Emissores Associados de Lisboa emitia deste estúdio.
Emissores Associados de Lisboa (estudio de la Avenida Elias Garcia)
Estadio de la FNAT (rebautizado Estadio 1.º de Maio)1
- O número de pessoas na manifestação de Lisboa: cerca de 500 mil, segundo o CD25A, que não indica de onde vem a estimativa.
Edificio Franjinhas — el restaurante de los claveles3
- O número de porta (o OpenStreetMap e uma publicação da Câmara apontam a Rua Braamcamp, 9) e a loja exata do restaurante.
- A data de abertura do Sir (25/4/1973) e o pormenor do cálice de Porto vêm da imprensa, não de fonte institucional.
- Se há marca evocativa de Celeste Caeiro no edifício.
Estación Marítima de Alcântara1
- En qué años, además de los filmados por la RTP (1961, 1962 y 1964), embarcaron tropas en el muelle de Alcântara: el principal punto de partida fue el muelle de la Rocha do Conde de Óbidos.
Gobierno Civil de Lisboa y 1.ª Comisaría de la PSP1
- Em que anos esteve aqui o Governo Civil, e se lá estava sem interrupção em dezembro de 1972, quando para lá foram levados os catorze detidos da vigília da Capela do Rato (as fontes da vigília dizem só «Governo Civil»): fotografias de Joshua Benoliel de cerca de 1910 e Norberto de Araújo (1939) já o situam na Rua Capelo, e o próprio Governo Civil publicava, nos anos 2000, uma história do edifício onde estava (citada por Margarida Azevedo, FBAUL, 2023); nenhuma fonte consultada diz quando lá se instalou nem se saiu entretanto.
Hospital de São José3
- Dónde operó Carolina Beatriz Ângelo con Sabino Coelho: la Toponímia de Lisboa vincula su dirección a las operaciones en São José; la FCSH+Lisboa dice que fue interna en el Hospital D. Estefânia, «al lado del médico Sabino Coelho, donde lo ayudó y realizó operaciones».
- El año en que Carolina Beatriz Ângelo operó por primera vez en São José.
- Cuándo dirigió Sofia Quintino la sección del lupus: solo lo dice la Wikipedia, sin fecha.
ISCEF, en el Quelhas3
- O nome do suposto informador: «Fernando Lopes Manuel» (biografia do Museu do Aljube) ou «Vítor Manuel Lopes» (texto do Museu do Aljube de 2020; também o dossiê do esquerda.net). Só a documentação da DGS fecharia a dúvida.
- Onde Ribeiro Santos foi atingido: «pelas costas» (Memória Comum; Comissão Comemorativa; notas biográficas de ribeirosantos.net) ou «com dois tiros no peito» (Toponímia de Lisboa).
- Onde ficava o anfiteatro pré-fabricado no campus de hoje (já não existe, diz o ISEG), e se há placa evocativa no ISEG.
Instituto Superior Técnico1
- Quando, e por quanto tempo, o IST esteve fechado em 1972.
Jardín Botánico Tropical (antiguo Jardín Colonial)2
- Los nombres de las personas expuestas en 1940, que según Cláudia Castelo están en el Archivo Histórico Ultramarino: ninguna de las fuentes consultadas los publica.
- Cuántas de las 138 personas expuestas eran mujeres y cuántas eran niños: las fuentes consultadas no lo dicen.
Sede del periódico República (Rua da Misericórdia)2
- Qué es hoy el edificio del n.º 116, y si hay en él alguna placa.
- Desde cuándo estuvo el República en la Rua da Misericórdia —y, por tanto, si las colaboraciones de Maria Veleda (1950) y de Helena Neves se hicieron ya en esta casa—.
Cuartel de Lanceros 2 / Regimiento de Policía Militar (Calçada da Ajuda)3
- O ponto exato do quartel na Calçada da Ajuda (o ponto no mapa é aproximado).
- O nome próprio do aspirante da Polícia Militar morto a 26 de novembro de 1975: «Ascenso Bagagem» (semanário Sol, 2023) ou «José Bagagem» (Ramalho Eanes, discurso citado pelo Jornal de Negócios); a Revista Portuguesa de História Militar diz só «um aspirante da Polícia Militar».
- A hora a que o posto de comando do regime passou a funcionar aqui: a Associação 25 de Abril já o situa em Lanceiros 2 às 6h45; Jofre Alves dá a chegada dos ministros às 9h40.
Cuartel de Lanceros 2 / Regimiento de Policía Militar (Calçada da Ajuda)
Largo do Caldas / Rua da Madalena2
- O ponto exato onde Estêvão Giro caiu, no troço entre a Rua da Madalena e o Largo do Caldas: o testemunho publicado pelo Memória Comum não o precisa.
- Idade: o Museu do Aljube diz que tinha 25 anos, mas indica 1937 como ano de nascimento (o que daria 24 ou 25 anos, consoante a data).
Largo do Carmo y Cuartel del Carmo6
- Hora de chegada de Caetano ao Carmo: 05h30 (Jofre Alves) ou 06h00 (Associação 25 de Abril).
- Chegada de Spínola: 17h45 (Comissão Comemorativa, CD25A) ou 18h00 (Associação 25 de Abril); a entrega do poder é situada «pelas 18h30» na página Lugares de Abril.
- Saída da «Bula»: 19h30 (CD25A) ou 19h35 (Associação 25 de Abril).
- O pormenor sobre Maria de Lurdes Rocha só consta da cronologia de Jofre Alves.
- O número de polícia do quartel: o Museu da GNR dá só «Largo do Carmo, 1200-092 Lisboa».
- Outras marcas de memória do 25 de Abril no largo, além da placa dos «Lugares de Abril» (calçada, outras placas): não verificadas.
Largo do Rato (antigua Praça do Brasil)4
- Los fusilamientos junto a la fuente del Largo do Rato, el 9 de febrero de 1927, solo se han leído en la Wikipedia; el Museo del Aljube habla de sublevados fusilados, sin decir dónde.
- El número de muertos en Lisboa en febrero de 1927: la Wikipedia da «más de 70» en el resumen y «al menos 90» en el cuerpo del artículo.
- Qué unidades se sublevaron en 1931: el Museo del Aljube y la Wikipedia hablan del Regimiento de Cazadores n.º 7, pero el estudio de la Secretaría General del Ministerio de Hacienda sitúa el Batallón de Cazadores 7, en el Castelo de São Jorge, del lado del Gobierno, y da como tomados Ametralladoras 1 y Artillería Ligera 3.
- Cuántas personas fueron llevadas de la Capilla do Rato a la comisaría: 91 (António de Araújo, a partir de la documentación policial) o unas 60 (Wikipedia).
Comandancia de la Legión Portuguesa3
- La hora: rendición hacia las 13.30 («Movimentações do dia 25 de Abril», Asociación 25 de Abril) u ocupación «hacia las 14.00» (página «Lugares de Abril», de la misma asociación).
- El edificio exacto de la comandancia en el Largo da Penha de França, y qué hay allí hoy; el punto en el mapa es aproximado.
- Desde cuándo estuvo la comandancia general de la Legión en Penha de França.
Liceo de Camões1
- Si la violencia policial que João Paulo Guerra sitúa «tras el mitin de Humberto Delgado en el Liceo Camões» fue el 18 de mayo de 1958, o si hubo más de una sesión de la campaña en el liceo.
Liceo Maria Amália Vaz de Carvalho (heredero del Liceo Maria Pia, el primer liceo femenino)3
- As moradas da escola e do liceu antes de 1933: dois blogues (Lisboa de Antigamente, 2016; O Sal da História, 2022) põem a Escola Maria Pia no Largo do Contador-Mor, em Alfama, e o liceu, a partir de 1911, no Palácio Valadares, no Largo do Carmo; nenhuma fonte institucional ou académica consultada o confirma.
- A sucessão de nomes: a biografia de Domitila de Carvalho na Wikipédia diz que o Liceu Maria Pia passou a Liceu de Almeida Garrett em 1917 e só depois a Maria Amália Vaz de Carvalho; a de Maria Guardiola trata o Almeida Garrett e o Maria Amália como liceus diferentes.
- O dia da fundação (23 de fevereiro de 1906, segundo a Wikipédia) e as datas do reitorado de Domitila de Carvalho só foram lidos na Wikipédia.
Liceo Maria Amália Vaz de Carvalho (heredero del Liceo Maria Pia, el primer liceo femenino)
Sede de la Liga Republicana de Mujeres Portuguesas (Rua dos Castelinhos, 6)5
- Durante quanto tempo a Liga teve sede no n.º 6, e onde ficavam as outras «sedes» que os Roteiros Feministas situam entre o Jardim Constantino e o Martim Moniz.
- O dia da constituição legal da Liga, em fevereiro de 1909.
- O que funciona hoje no n.º 6 e se há no prédio alguma marca da Liga.
- O ponto no mapa marca a rua, não o n.º 6, que não está identificado no OpenStreetMap.
- A quem foi entregue a representação de outubro de 1910, e quando: a Afonso Costa (Toponímia de Lisboa), ao presidente do Governo Provisório a 27 de outubro (jornal «A Capital») ou «em diversos ministérios» no mesmo dia (João Esteves); a Wikipédia dá 27 de novembro e diz que pedia também a revisão do Código Civil e o divórcio. E o dia da assembleia que a aprovou: 26 de outubro (Toponímia de Lisboa, «A Capital») ou 19 de outubro (João Esteves).
Sede de la Liga Republicana de Mujeres Portuguesas (Rua dos Castelinhos, 6)
«Mitra» – Asilo de la Mitra y 3.er Puesto de la 14.ª Comisaría de la PSP3
- Onde ficava exatamente o posto policial da «Mitra», e se funcionava no recinto do albergue, que era da PSP e servido por agentes seus (Arquivo Histórico da Santa Casa): o ponto no mapa é o do palácio.
- Numa lista de esquadras de Lisboa de 1922, publicada pelo Memória Comum, a 14.ª Esquadra fica no Beato, com postos em Chelas e nos Olivais, e não há posto na Mitra.
- O número de polícia do palácio na Rua do Açúcar: 64 (Toponímia de Lisboa) ou 56 (OpenStreetMap).
«Mitra» – Asilo de la Mitra y 3.er Puesto de la 14.ª Comisaría de la PSP
O Século — la redacción de «Modas e Bordados»2
- Se as redações de «Modas e Bordados» e de «O Século Ilustrado» funcionavam neste edifício (as fontes situam aqui o jornal).
- A duração da exposição de 1930 (um ou dois meses) e as salas usadas.
Cooperativa «A Padaria do Povo»3
- Quem esteve na assembleia fundadora do MDM: as fontes sobre a cooperativa não falam do MDM.
- A saída dos carbonários na madrugada de 4 de outubro de 1910 só consta do testemunho de José Zaluar à Mensagem de Lisboa.
- Quando foram as ameaças de denúncia registadas nas atas: José Zaluar fala da PIDE, que só existiu a partir de 1945 (antes era a PVDE), e não as data.
Padrão dos Descobrimentos1
- Si las cajas de 1975 fotografiadas «junto al Padrão» estaban en la explanada del monumento o en la dársena de Belém: las fuentes consultadas no lo precisan.
Palácio Burnay (Instituto Superior de Ciencias Sociales y Política Ultramarina)2
- En qué año el instituto dejó el palacio: las fuentes consultadas no lo dicen.
- Si las obras de rehabilitación anunciadas en 2024 ya han empezado.
Palácio Burnay (Instituto Superior de Ciencias Sociales y Política Ultramarina)
Palácio Foz – Secretariado de Propaganda Nacional / Secretariado Nacional de Información (SPN/SNI)2
- A revista «JJ – Jornalismo & Jornalistas», que publicou o estudo de Joaquim Cardoso Gomes, ilustra com o Palácio Ludovice (Rua de São Pedro de Alcântara, 45) um edifício onde «funcionou o SPN»; não se confirmou em que anos.
- Horários de visita: a página do Museu Nacional do Desporto (IPDJ) só publica o horário do Centro Interpretativo do Jamor, aberto pelo museu em 2019, e não diz se o núcleo do Palácio Foz continua aberto ao público.
Palácio Foz – Secretariado de Propaganda Nacional / Secretariado Nacional de Información (SPN/SNI)
Palácio da Independência – sede de la Juventud Portuguesa (Mocidade Portuguesa)3
- A ocupação do palácio pela Associação dos Deficientes das Forças Armadas depois do 25 de Abril, e a Liga dos Antigos Graduados, só foram lidas na Wikipédia; a Sociedade Histórica confirma a compra (1939), a entrega (1940), a sede da Mocidade Portuguesa (1940), a cedência total (1983) e a saída da ADFA (1993). Falta ler o inventário do SIPA (monumentos.gov.pt, n.º 5257), que não abriu.
- Um decreto de 5 de junho de 1939 (citado pela Wikipédia) mandou entregar o palácio ao Estado «sem outro fim»; a Sociedade Histórica dá a Mocidade Portuguesa aqui instalada em 1940, sem citar diploma.
- Se a Mocidade Portuguesa Feminina teve instalações no palácio: o seu Comissariado Nacional estava, nos anos do boletim (1939-1947), na Praça do Marquês de Pombal, n.º 8 (Hemeroteca Municipal de Lisboa).
Palácio da Independência – sede de la Juventud Portuguesa (Mocidade Portuguesa)
Paço de São Cristóvão / Palácio Vagos — Asociación de Socorros Mutuos de los Empleados de Comercio de Lisboa1
- Se o salão nobre onde decorreu o congresso era o deste palácio: as fontes dizem só «nas dependências» ou no salão nobre da associação, e a compra do palácio em 1913 só foi lida na Wikipédia.
Iglesia de Santa Engrácia – Panteón Nacional1
- O paradeiro dos restos mortais de Arajaryr Campos: um blogue de história local de Villanueva del Fresno diz que os dois foram enterrados no cemitério da vila como desconhecidos e que os dela foram exumados a 8 de junho de 1965 e levados para Madrid, a caminho do Brasil; falta uma fonte institucional que o confirme e diga onde está sepultada.
Parque Eduardo VII2
- El punto exacto del parque, tanto de la manifestación de 1975 como de la entrega de las instrucciones en 1974; la coordenada es el centro del parque.
- El número de hombres que disolvieron la manifestación (unos dos mil es la estimación del reportaje).
Fortaleza de Peniche — la cárcel política1
- Quiénes eran las seis mujeres de presos detenidas en diciembre de 1963, en la protesta junto a las murallas.
Penitenciaría de Lisboa1
- O dia da inauguração: a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais dá só o ano em que entraram os primeiros presos, 1885, e o subdiretor da Penitenciária, em 1888, o mês (setembro de 1885); o dia 2 de setembro aparece em resumos do SIPA (monumentos.gov.pt), cuja página não abriu.
Puesto de Mando del MFA – Regimiento de Ingenieros n.º 1 (Cuartel de Pontinha)2
- A hora a que Caetano chegou: a Associação 25 de Abril regista Spínola aqui, com os membros do Governo presos, às 20h30; a cronologia de Jofre Alves põe a chaimite «Bula» aqui às 21h00; a Comissão Comemorativa diz que, levantado o cerco às 19h30, a coluna levou hora e meia a fazer cerca de 11 km.
- Se já foi posta no quartel a placa dos «Lugares de Abril» da Câmara de Lisboa e da Associação 25 de Abril: em março de 2024 esperava pelo fim das obras.
Puesto de Mando del MFA – Regimiento de Ingenieros n.º 1 (Cuartel de Pontinha)
Praça do Império1
- O dia da manifestação junto aos Jerónimos: a peça da RTP está datada só de janeiro de 1975.
Rádio Clube Português (estudios de la Rua Sampaio e Pina)3
- A hora da ocupação: 3h12 (cronologia de Jofre Alves), 3h20 ou 3h32 (Associação 25 de Abril, nas suas duas páginas) ou 3h30 (Comissão Comemorativa dos 50 Anos do 25 de Abril).
- Quem comandava o grupo de oficiais que ocupou a emissora: a Associação 25 de Abril diz que a emissora foi ocupada pelo «Grupo de Comandos n.º 10» e põe o major Costa Neves à cabeça da lista dos oito oficiais, sem lhe chamar comandante; a cronologia de Jofre Alves diz que a estação ficou defendida pela companhia do BC 5 e pelo «10.º Grupo de Comandos, comandada pelo capitão Mendonça de Carvalho». Nenhuma das fontes chama comandante a Costa Neves.
- O que funciona hoje no n.º 24 da Rua Sampaio e Pina, e onde fica ao certo a placa dos «Lugares de Abril».
Rádio Renascença (estudios de la Rua Capelo)1
- Se o hotel tem alguma placa ou marca que lembre a «Grândola» de 1974: não se confirmou no local.
Cuartel del Regimiento de Artillería Ligera n.º 1 (RAL 1, después RALIS)2
- A hora do cessar-fogo: 13h00 segundo Ricardo Noronha (Ler História); a RTP dá o acordo entre os comandantes pelas 14h30.
- As circunstâncias da morte de António Ramalho Fialho, a 12 de março de 1975 (morto a tiro por militares do RALIS, depois de uma frase «reaccionária», segundo o Observador), só se leram numa fonte; falta a imprensa da época (Diário de Lisboa, 12–13 de março de 1975, na Casa Comum).
Cuartel del Regimiento de Artillería Ligera n.º 1 (RAL 1, después RALIS)
Redacción del periódico «A Capital» (Rua do Norte, 3)3
- El punto en el mapa es aproximado: el n.º 3 de la Rua do Norte no está identificado, y el punto está en la Praça de Luís de Camões, junto a la esquina.
- Hasta cuándo estuvo la redacción de «A Capital» en este edificio.
- El número de la casa donde vivió Virgínia Quaresma en la Rua do Norte, y en qué años.
Rectorado de la Universidad de Lisboa2
- El día en que Marcelo Caetano habló a los estudiantes desde el balcón del Rectorado.
- Si alguna estudiante habló en las asambleas ante el Rectorado: las fuentes consultadas solo documentan la intervención de Isabel do Carmo en el Estadio Universitario.
Palacete de São Bento – residencia oficial de Salazar1
- Segundo a Wikipédia, o palacete era desde dezembro de 1934 um colégio de raparigas das Escravas do Sagrado Coração de Jesus, que teve de sair quando o Estado o expropriou; a página da congregação fala de um colégio aberto em 1934 a pedido do patriarca de Lisboa e instalado em 1938 na Rua de São Félix, sem nomear o palacete.
Rossio (Praça de D. Pedro IV)1
- O dia da ação dos porcos das Brigadas Revolucionárias: o Museu do Aljube diz só que foi «dias depois» da reeleição de Américo Tomás, a 25 de julho de 1972.
Estudios de la RTP en el Lumiar2
- O bloqueio do emissor de Monsanto e a declaração lida por Fialho Gouveia às 18h40 só constam da cronologia de Jofre Alves.
- O que há hoje no n.º 44 da Alameda das Linhas de Torres: as coordenadas marcam o troço da alameda, não o edifício.
Rua Angelina Vidal1
- Si las placas de la calle llevan la leyenda de 1924, «Ilustre Conferenciante y Propagandista de la Emancipación Social» (Ilustre Conferencista e Propagandista da Emancipação Social).
Rua do Arsenal y Avenida da Ribeira das Naus3
- El grado de Fernando Sottomayor: aspirante a oficial (Asociación 25 de Abril, Comisión Conmemorativa de los 50 Años del 25 de Abril) o alférez de complemento (cronología de Jofre Alves).
- Las horas: la Asociación 25 de Abril sitúa los enfrentamientos entre las 6.30 o las 7.00 y las 10.30, y la agresión al teniente Assunção a las 10.45, como Jofre Alves; la Comisión Conmemorativa sitúa el enfrentamiento de la Rua do Arsenal a las 10.30.
- Si el brigadier disparó dos tiros al aire antes de retroceder hasta la Rua do Arsenal: solo lo dice la cronología de Jofre Alves.
Rua do Carmo — los claveles de Celeste Caeiro2
- Se Celeste ia para casa (morava no Chiado) ou para o Rossio de metro: os relatos publicados divergem.
- A hora do encontro: as fontes só dizem que foi de manhã ou perto do meio-dia.
Rua da Creche (lugar del asesinato de José Dias Coelho)4
- El punto en el mapa marca la calle, no el n.º 30, que no está identificado en OpenStreetMap.
- La hora del crimen: «al caer la noche» (A Voz do Operário) o «en pleno día» (Toponímia de Lisboa).
- Cuántos agentes: tres, nombrados por Memória Comum, o cinco, que bajaron de un vehículo, según A Voz do Operário.
- Dónde y en qué soporte está inscrita la frase de Dias Coelho en el lugar del crimen, y desde cuándo.
Calles de las feministas republicanas en la Quinta dos Condes de Carnide1
- El texto actual de las placas de la Rua Adelaide Cabete y de la Rua Ana de Castro Osório (si la de Adelaide Cabete repite el error «1877»).
Calles de las feministas republicanas en la Quinta dos Condes de Carnide
Calles de las pioneras en el Bairro de Caselas2
- Las leyendas de las placas de las otras calles (solo está documentada la de la Rua Aurora de Castro).
- Cuántos nombres de mujeres dio el edicto de 1988: la Toponímia de Lisboa dice que, además de Carolina Ângelo, cinco de los once topónimos restantes son de mujeres, pero la lista que publica tiene seis (Leonor Pimentel, Alice Pestana, Virgínia Quaresma, Aurora de Castro, Olga Morais Sarmento y Sara Afonso).
Estación de Santa Apolónia1
- O texto exato da lápide de 2008.
Catedral de Lisboa (Sé Patriarcal)1
- O horário de visita: a página «Horários» da Sé e o rodapé do mesmo sítio dão horários diferentes para os meses de verão.
Sede de los Servicios de Censura / «Examen Previo» (1969-1974)3
- Coordenadas aproximadas (troço da rua); o n.º 125 não está geocodificado no OpenStreetMap.
- Sequência de 25-26 de abril: um texto da revista «JJ – Jornalismo & Jornalistas», no mesmo número do estudo de Cardoso Gomes, diz que os censores fugiram da Rua da Misericórdia uma ou duas horas depois de o República sair, a 25; Cardoso Gomes fala de assalto popular na manhã de 26. Ambas as versões podem ser compatíveis.
- O uso atual do edifício e se tem placa evocativa: não verificados.
Sede de los Servicios de Censura / «Examen Previo» (1969-1974)
Palácio Camarido – sede de la FNAT1
- El número de portal del palacio: la Fundación INATEL da hoy como sede la Calçada de Santana, 180, y dice que es el mismo edificio donde se instaló la FNAT en 1946; el punto en el mapa es el del n.º 164, en la misma calle.
Sede de la PVDE / PIDE / DGS9
- A hora dos disparos de 25 de abril: «por volta das 20h15» (Associação 25 de Abril), «perto das 20h30» (Museu do Aljube), 21h00 (cronologia da Comissão Portuguesa de História Militar); a placa de 1980 diz «na tarde». A rendição de 26 de abril: cerca das 9h00 ou das 9h30.
- Coordenadas: o n.º 22 não está geocodificado no OpenStreetMap; usou-se o ponto do troço da rua devolvido pelo Nominatim.
- Nome comercial atual do condomínio: a Esquerda.net (2009) refere o «site do Paço do Duque»; não se confirmou se a designação se mantém em 2026.
- A cronologia da CPHM regista ainda que um elemento da DGS capturado na rua foi abatido a tiro quando tentava fugir; não se encontrou confirmação noutra fonte.
- António Lopes Almeida (1949): a Comissão 50 Anos situa a morte numa sala do 3.º piso da sede; o Memória Comum diz que morreu na Cadeia do Aljube, a 21/1/1949.
- Disparos anteriores: Jofre Alves (CD25A) refere rajadas às 13h30 com cinco feridos e um morto às 16h15 — não confirmado noutras fontes.
- Número de porta: 22 (Associação 25 de Abril, Time Out) ou 20 (Observador).
- O texto exato e a localização atual das placas de 1980 e de 2010 — se continuam no mesmo sítio — e qual delas a de 2024 veio substituir: «a que existia até então, mas que não continha dados correctos», segundo o Olhares de Lisboa.
- As cinco «Mulheres do Couço», presas em 1962, terão sido interrogadas e torturadas nesta sede — só a Wikipédia o diz. O testemunho de uma delas, Maria Custódia Chibante (Esquerda.net, «Mulheres de Abril»), não o confirma: diz que foi presa a 27 de maio de 1962 (a Wikipédia dá 27 de abril), que o primeiro interrogatório foi em Caxias e que, das duas vezes que a levaram à Rua António Maria Cardoso, só houve ameaças; não diz onde foram os interrogatórios com espancamentos e «estátua».
Sociedad Nacional de Bellas Artes3
- As salas usadas e a data da palestra de Manuela Porto.
- Se há alguma marca da exposição no edifício.
- A carta de Maria Lamas a Eugénio Bento Ferreira, de 6 de março de 1947 («um êxito estrondoso»; a imprensa católica viu no Conselho «um perigo de morte para a Mulher e a Moral»), só foi lida tal como a cita a Wikipédia, a partir do livro «Cartas de Maria Lamas» (Campo das Letras, 2004), que não se consultou.
Sociedad Portuguesa de Escritores (sede)2
- O ponto no mapa é aproximado: está na Rua da Escola Politécnica, não à porta do n.º 20.
- Quem fez o assalto: «bandos de desconhecidos, apoiados por elementos da PIDE» (memorial da APE, 1983) ou «um grupo de agentes da PIDE e de legionários» (RTP).
Campo de concentración de Tarrafal (Cabo Verde)1
- Quantos presos vieram na primeira leva: 157 (Comissão Comemorativa), 152 (Museu do Aljube) ou 151 (Memória Comum, dossier Tarrafal).
Teatro São Luiz1
- El día del espectáculo de «canto libre»: RTP Arquivos fecha el 24 de mayo de 1974 la grabación que emitió la Emissora Nacional, sin decir si es el día del espectáculo o el de la emisión.
Teatro Vasco Santana (antigua Feira Popular)5
- El punto exacto del teatro dentro de la antigua Feira Popular: los pies de foto de 1961 y de 1972 lo sitúan en la Avenida da República, y en 2015 se decía que el edificio daba a la avenida; el punto del mapa es el de la Feira (Wikidata), en la franja del terreno junto a la avenida.
- En qué sala se estrenó «Lisboa 72-74», la obra en la que se oyó por primera vez «Somos Livres»: ninguna fuente lo dice, y la lista de las obras en cartel en el Teatro Vasco Santana que publica Restos de Colecção no la incluye (en 1974 solo registra «O mar», en marzo y abril).
- El día del espectáculo del Movimiento de Liberación de las Mujeres: el recorte de «O Século» dice «ayer», pero no lleva fecha; la Casa Comum lo fecha en 1974.
- Cuándo cerró el teatro: en 2003, con la Feira (Restos de Colecção), o en 2006 (Lisboa de Antigamente).
- Si aún queda algo del edificio: en 2015 estaba en ruinas (Misérias de Lisboa), y el terreno está hoy en obras.
Teatro Villaret3
- El día del primer «Zip-Zip»: el 26 de mayo de 1969 en el vídeo de RTP Arquivos; la fotografía de Almada Negreiros en esa primera emisión, también de RTP Arquivos, está fechada el 24 de mayo.
- Si todos los programas del «Zip-Zip» se grabaron aquí: RTP Arquivos sitúa en el Teatro Villaret los fragmentos que conserva de mayo a octubre de 1969, pero la página del último programa, del 29 de diciembre, no dice la sala.
- Si hay en el teatro alguna placa o señal que recuerde el «Zip-Zip»: no se ha encontrado ninguna fuente que lo diga.
Terreiro do Paço (Praça do Comércio)2
- Quem impediu a fragata de disparar: a Associação 25 de Abril atribui-o ao imediato, o primeiro-tenente Fernando Luís Caldeira Ferreira dos Santos (o nome completo está no espólio de Seixas Louçã, no Centro de Documentação 25 de Abril; a Associação chama-lhe «Caldeira dos Santos», Jofre Alves «Ferreira dos Santos»); a Comissão Comemorativa fala da tripulação, que estava «com o Movimento»; o relatório da Marinha de 1976, do almirante Fernando Santos Silva, dá a decisão ao comandante, Seixas Louçã. O relatório e os depoimentos dos oficiais (Anais do Clube Militar Naval, 1994) não se leram diretamente.
- Em que ponto da praça está a placa dos «Lugares de Abril».
A Voz do Operário (La Voz del Obrero)2
- Las dos fotografías de la Casa Comum dan fechas diferentes (28/1 y 10/2/1949) para el «mitin de Lisboa (Voz do Operário)»: falta saber si hubo dos mítines o si una de las fechas es la de la catalogación.
- Si el mitin del 10/2/1949 fue ya después de la decisión de retirar la candidatura.
Personas · 83
Adelaide Cabete2
- Com quem partilhava o consultório dos Restauradores, e em que andar: com a sobrinha, a dentista Maria Brazão, no 2.º andar (Toponímia de Lisboa), ou com a irmã, Maria Brazão, e o sobrinho Arnaldo Brazão, no 1.º andar (FCSH+Lisboa).
- Se dirigiu a revista «Alma Feminina»: a Toponímia de Lisboa e a Wikipédia dizem que a fundou e dirigiu entre 1920 e 1929; a Biblioteca Nacional dá como diretora, desde 1917, Maria Clara Correia Alves.
Agostinho Neto1
- Las fechas de las detenciones en Lisboa (1950, 1951 y 1955), la de su puesta en libertad (julio de 1957) y su paso por el Aljube en 1962 proceden solo de la Wikipedia; el Museo del Aljube dice únicamente que fue detenido varias veces y liberado en 1962.
Albina Fernandes1
- Dónde murió y dónde se celebró el funeral, que se convirtió en una manifestación de protesta: las fuentes solo dicen Lisboa.
Alda do Espírito Santo3
- Si fue fundadora del Centro de Estudios Africanos, como dice la Wikipedia: António Tomás Medeiros cuenta que el Centro lo dirigían Mário Pinto de Andrade, Amílcar Cabral, Francisco José Tenreiro y António Domingues, y que se instaló en la casa donde ella vivía por mediación de Mário de Andrade.
- La edad a la que murió: 82 años, según Memória Comum; las fechas de la Wikipedia (30 de abril de 1926 y 9 de marzo de 2010) dan 83.
- El día de la masacre de Batepá: el 3 de febrero de 1953, según el Museo del Aljube, al que sigue la cronología; el 5 de febrero, en Trindade, según Memória Comum.
Alfredo Assunção1
- Las fechas de nacimiento y de muerte de Alfredo Correia Assunção.
Alice Pestana3
- Se foi cofundadora da Sociedade Altruísta (Toponímia de Lisboa) ou se entrou para ela depois de criada por José Pessanha (Wikipédia).
- Se a Liga Portuguesa da Paz foi a primeira organização feminista portuguesa, como diz a Wikipédia; a Toponímia de Lisboa não o afirma, e a Dignipédia Global chama-lhe «incubadora» do movimento feminista e à sua Secção Feminina (1906) «uma das primeiras expressões» dele.
- Os lugares de Lisboa ligados à sua vida e ao seu trabalho: as fontes não dão moradas.
Ana de Castro Osório1
- Quem fundou «A Sociedade Futura»: Ana de Castro Osório (Toponímia de Lisboa) ou Olga de Moraes Sarmento e o marido, Manuel João da Silveira (Wikipédia). A Dignipédia Global diz só que fez parte da direção da revista (1902).
Ana Maria Teodósio1
- El año de nacimiento (1945) procede solo de Wikidata.
Angélica Viana Porto2
- Si dirigió la comisión de la Escuela Maternal de 1907, como dice la Wikipedia, o si solo formó parte de ella, como dice el blog Silêncios e Memórias.
- Los años de la vicepresidencia del Consejo Nacional de Mujeres Portuguesas: 1928, según el blog Silêncios e Memórias, a partir de una fotografía de la junta directiva; 1929, 1931–1934 y 1936, según la Wikipedia, que añade la presidencia de honor en 1937.
Angelina Vidal2
- El nombre completo: «Angelina Casimira do Carmo da Silva Vidal» (Toponímia de Lisboa) o «Angelina Casimira da Silva Vidal» (Wikipedia).
- El apellido del marido: «Campo Vidal» (Toponímia de Lisboa) o «Campos Vidal» (Wikipedia, que da el mismo apellido a los hijos).
António de Spínola1
- A hora a que chegou ao Quartel do Carmo a 25 de abril: pelas 17h45 (Comissão Comemorativa dos 50 Anos) ou às 18h00 (Associação 25 de Abril).
Arajaryr Campos2
- El lugar exacto de la emboscada: cerca de Badajoz, según el Museo del Aljube; cerca de Olivenza, según el Panteón Nacional (véase Humberto Delgado).
- Dónde están hoy sus restos mortales: las fuentes solo dan el traslado de Humberto Delgado, a Lisboa en 1975 y al Panteón Nacional en 1990.
Aurora de Castro e Gouveia2
- As datas completas do nascimento e da morte: a Toponímia de Lisboa só dá os anos, 1891 e 1931.
- A morada do cartório em Alcântara e a data em que foi nomeada notária.
Aurora Rodrigues1
- O ano de publicação de «Gente Comum – Uma História da PIDE»: o Memória Comum diz só que aceitou, em 2009, reconstruir a sua experiência para o livro.
Carlos Albino1
- Las fechas de nacimiento y de muerte y el nombre completo de Carlos Albino.
Carolina Beatriz Ângelo5
- O dia da morte: segue-se 3 de outubro de 1911, com o Dicionário de Médicos Portugueses, a FCSH, João Esteves («História Constitucional», 2014), a Dignipédia Global e a Wikipédia; a Toponímia de Lisboa diz 2 de outubro e a Assembleia da República 13. A Wikipédia diz que morreu «pelas 2 horas da manhã», o que pode explicar a data de 2. Falta ver o registo de óbito.
- O ano em que entrou na Loja Humanidade: 1907, segundo a Toponímia de Lisboa, João Esteves («História Constitucional», 2014) e a Dignipédia Global; 1906, segundo a FCSH, a partir de Isabel Lousada.
- Se a Loja Humanidade em que foi iniciada é a mesma que, segundo a Wikipédia, Deolinda Lopes Vieira ajudou a fundar em 1923, já na Ordem Maçónica Mista «O Direito Humano»: nenhuma das fontes o diz.
- Onde funcionava a 1.ª Vara Cível, cujo juiz decidiu o recurso para o recenseamento: o historiador João Esteves diz que o recurso foi entregue no Tribunal da Boa-Hora, a 24 de abril de 1911; as outras fontes não dizem onde.
- Onde está sepultada: num jazigo do Cemitério dos Prazeres, segundo a Wikipédia; nenhuma outra fonte o confirma.
Cecília Supico Pinto3
- Los días y los lugares del nacimiento y de la muerte proceden solo de Wikidata y de la Wikipedia: 30 de mayo de 1921, en Lisboa (freguesia de los Mártires), y 25 de mayo de 2011, en Cascais, según la Wikipedia.
- Que «Retrato de Mónica» se inspiró en ella solo lo dice la Wikipedia, sin citar fuente.
- La sede del Movimiento Nacional Femenino en Lisboa: Rua Presidente Arriaga, 6, según la Wikipedia, sin otra fuente.
Celeste Caeiro2
- O ponto exato da entrega do cravo (ver a Rua do Carmo).
- A função no restaurante: «empregada de mesa e costureira» (A Mensagem de Lisboa); outros relatos dizem só que trabalhava no restaurante.
Cesina Bermudes3
- O ano da licenciatura: 1932 (Toponímia de Lisboa) ou 1933 (CIG e Movimento Democrático de Mulheres, que dá o internato geral em 1933/34; a Wikipédia hesita entre os dois).
- O pioneirismo do doutoramento: a CIG diz que foi a primeira portuguesa doutorada em obstetrícia; a Wikipédia, que foi a segunda mulher a doutorar-se na Faculdade de Medicina de Lisboa, depois de Domitila de Carvalho; o Movimento Democrático de Mulheres, que foi a primeira mulher doutorada em Medicina.
- A «Comissão Feminista» cujas reivindicações apresentou em Santarém: o nome é o da CIG, que não diz que comissão era; a Wikipédia põe-na entre as dirigentes da Comissão Eleitoral Feminina da candidatura em Lisboa e na Comissão Central do Movimento Nacional Democrático Feminino. Não se confirmou se é uma destas; o texto cita a CIG.
Clarisse Guerra1
- As datas de nascimento e de morte de Clarisse Guerra e o resto do seu percurso: Rogério Santos (Universidade Católica) confirma que era locutora de programas e de continuidade do Rádio Clube Português e cita uma entrevista dela no Arquivo da RTP (AHD 14915, 1993), que não se ouviu.
Conceição Matos2
- Quando acabou a segunda prisão, de setembro de 1968: o Memória Comum fala de dois meses e alguns dias de isolamento em Caxias, e o PCP de Lisboa (2024) de «mais de dois meses» em isolamento total; a Wikipédia diz que só foi libertada em meados de 1969.
- O dia e o mês do nascimento: as fontes dão só o ano, 1936.
Deolinda Lopes Vieira4
- El día de la muerte: 6 de junio de 1993, según la Wikipedia; 8 de junio, según João Esteves (Silêncios e Memórias).
- La dirección exacta de la Escuela-Taller n.º 1, en el Largo da Graça.
- Si el salón noble donde se reunió el congreso de 1924 era el del Palácio Vagos, que pertenece a la asociación desde 1913.
- Si la Logia Humanidade que ayudó a fundar en 1923, en el Derecho Humano, es la misma en la que se habían iniciado antes Maria Clara Correia Alves, en el Gran Oriente Lusitano, y Carolina Beatriz Ângelo, en 1906 o 1907: sus biografías no lo dicen.
Domitila de Carvalho2
- Os anos em que foi reitora do Liceu D. Maria Pia: da fundação, em 1906, a novembro de 1912, segundo a Wikipédia; as outras fontes não dão datas.
- O papel de interlocutora entre Salazar e a antiga rainha D. Amélia e a defesa do crucifixo nas escolas, em 1936, vêm só da Wikipédia. O perfil da Assembleia da República confirma o resto do retrato político e regista que interveio, na sessão de 1935–1936, na discussão da proposta que reorganizava o Ministério da Instrução — falta ver o Diário das Sessões.
Elina Guimarães1
- O ano do artigo contra Júlio Dantas na «Vida Académica»: 1922 (Toponímia de Lisboa) ou 1925 (Wikipédia). Ela própria, numa entrevista de 1983 citada por Fernanda de Almeida Pinheiro («Faces de Eva», n.º 52), diz só que o escreveu quando estava na Faculdade e que foi por ele que Adelaide Cabete a convidou para o Conselho — onde entrou em 1925, segundo Anne Cova (mesma revista).
Emídio Santana3
- El papel de Emídio Santana en el atentado: la Wikipedia lo da como uno de los autores; el Museo del Aljube habla de un atentado «normalmente atribuido» a anarquistas como él, en conexión con otros miembros del Frente Popular; Memória Comum habla de un grupo heterogéneo: taxistas de Lisboa, dirigentes anarquistas, «entre los que destaca Emídio Santana», y algunos militantes del PCP a título individual.
- Si llegó a cumplir la pena de destierro, y dónde: la sentencia de 1939 daba, como alternativa, 25 años de destierro en una «posesión de 1.ª clase», y las fuentes solo dicen que pasó por las penitenciarías de Lisboa y de Coímbra y que fue puesto en libertad en 1953.
- Buena parte de la biografía procede de la Wikipedia, que se apoya en las memorias del propio Emídio Santana y en su archivo personal en el Arquivo Histórico-Social; el recorrido carcelario se confirma en Memória Comum.
Ermelinda Duarte2
- El año y el lugar de nacimiento proceden solo de la Wikipedia (6 de octubre de 1946, Lourenço Marques).
- Cuándo se estrenó «Lisboa 72-74» y cuándo salió el disco de «Somos Livres»: la RTP dice que la canción es de 1974; la discográfica Valentim de Carvalho fecha el sencillo en 1975.
Estêvão Giro2
- El día de nacimiento: el Museo del Aljube solo da el año, 1937, y dice que tenía 25 años cuando murió, el 1 de mayo de 1962 —lo que supone un nacimiento no posterior al 1 de mayo de 1937—.
- El punto exacto donde cayó: en la Rua da Madalena o en el Largo do Caldas.
Eurico Figueiredo2
- O ano da rutura com o PCP: a Wikipédia e o Observador (2025) dizem 1967 e ligam-na à invasão da Checoslováquia, que foi em agosto de 1968.
- Quando foi Eurico Figueiredo expulso da universidade: o Museu do Aljube, ao contar a prisão de 28 de maio de 1962, diz que não chegou a tomar posse nas RIA por ter sido expulso; a Comissão Comemorativa 50 Anos e a Wikipédia põem-no entre os 21 estudantes excluídos por trinta meses, por um despacho do fim de junho.
Fernanda Botelho1
- Em que sessão do julgamento das «Novas Cartas Portuguesas» depôs: a Wikipédia nomeia-a entre as testemunhas de defesa, sem data.
Fernando Giesteira2
- La edad y el lugar de origen: 18 años y natural de Salto, Montalegre, según el Museo del Aljube y 7Margens, lo que concuerda con la fecha de nacimiento; 17 años y natural de Vila Pouca de Aguiar, según Esquerda.net (Memória Comum también dice 17).
- El nombre del padre: Amândio Gomes Giesteira, según el Museo del Aljube; Armando Gomes Giesteira, según 7Margens.
Fernando Reis1
- O local da morte: «ao que tudo indica» o Hospital Militar da Estrela, segundo o Museu do Aljube.
Fernando Sottomayor2
- El grado: aspirante, según la Asociación 25 de Abril y la Comisión Conmemorativa 50 Años 25 de Abril; alférez de complemento (alferes miliciano), según la cronología de Jofre Alves, que da el nombre completo.
- Las fechas de nacimiento y de muerte, y lo que le ocurrió después del 25 de Abril.
Glória de Matos1
- El día y el lugar de nacimiento (Lisboa, 30 de mayo de 1936) proceden de Wikidata; la RTP le da 89 años en la fecha de su muerte.
Helena Cabeçadas2
- A qué instituto (liceo) iba: la ficha del Museo del Aljube menciona el Liceo D. Filipa de Lencastre y el Liceo Rainha D. Leonor, sin decir cuál.
- Quién la interrogó en 1965: «el rector de la Universidad», según la ficha del Museo del Aljube. Era entonces alumna de liceo, y los liceos también tenían rector; no se ha confirmado en otra fuente de cuál de los dos se trata.
Helena Félix1
- El día de la muerte: el 7 o el 17 de marzo de 1991 —la Toponímia de Lisboa da las dos fechas, y Wikidata solo el año—.
Helena Neves1
- O dia da libertação: 25 de abril (Museu do Aljube; Memória Comum: «restituída à liberdade pelo Movimento das Forças Armadas a 25 de Abril») ou a madrugada de 27, quando saíram os presos de Caxias (imprensa da época citada pelo Esquerda.net).
Helena Roseta1
- Si fue una de las fundadoras del Botequim: así lo dicen FCSH+Lisboa y el Museo del Aljube (que escriben «Isabel Meireles»); la cronología de «O Essencial sobre Natália Correia» (Imprensa Nacional, 2024) da el bar como propiedad de una sociedad de Natália Correia e Isabel Meyrelles, y no la nombra.
Humberto Delgado2
- O lugar da morte: Badajoz (Museu do Aljube, Comissão Comemorativa dos 50 Anos) ou perto de Olivença (Panteão Nacional; a Wikipédia precisa: Los Almerines, junto a São Rafael de Olivença). Os corpos só foram encontrados em abril de 1965, em Villanueva del Fresno; o Memória Comum, na biografia de Arajaryr Campos, situa o crime «a cerca de cinco quilómetros» dessa vila.
- Quando começou a dissidência: a partir dos anos 1940 (Museu do Aljube) ou nos anos 1950 (Comissão Comemorativa dos 50 Anos).
Isabel do Carmo1
- O dia da prisão de 1972 e os lugares exatos das duas prisões (a de 1970 foi a 22 de maio, segundo o Memória Comum).
João Paulo Diniz1
- O ano de nascimento, 1949, vem da Wikidata; a CNN Portugal (2024) diz que tinha 25 anos em abril de 1974, o que dá 1948 ou 1949.
Joaquim Furtado2
- La fecha y el lugar de nacimiento solo figuran en Wikidata.
- Que fuera él quien leyó también el segundo comunicado, a las 4.45: la cronología de Jofre Alves lo dice; la Asociación 25 de Abril registra el comunicado sin decir quién lo leyó.
José Dias Coelho1
- La hora del crimen: «en pleno día» (Toponímia de Lisboa) o «al caer la noche» (Voz do Operário).
Junqueira dos Reis1
- El nombre completo, las fechas de nacimiento y de muerte, y lo que le ocurrió después del 25 de Abril.
Leite de Vasconcelos2
- Si el locutor es el periodista y escritor Teodomiro Leite de Vasconcelos (Arcos de Valdevez, 1944 – Maputo, 1997), como dice la Wikipedia; por eso no se indican aquí fechas de nacimiento y de muerte.
- La misma Wikipedia lo presenta como locutor en directo esa noche; la Asociación 25 de Abril dice que tenía el día libre, que su voz se grabó la víspera y que el locutor de turno era Paulo Coelho.
José Luandino Vieira1
- El día en que la SPE decidió el premio: 21 de mayo de 1965, según el artículo de la Wikipedia sobre Luandino; el artículo sobre la SPE cita noticias del Diário de Lisboa y del República del 19 de mayo sobre la concesión de los premios.
Luís Cília1
- Si Luís Cília y José Mário Branco llegaron en el mismo avión que Álvaro Cunhal, el 30 de abril de 1974: el reportaje de la RTP no lo dice.
Luísa Basto1
- O ano de nascimento, 1947, tira-se da idade dada na entrevista de 2021 e da Wikipédia (que dá 10 de maio de 1947).
Luísa Tito de Morais1
- El lugar y el día de nacimiento: el Museo del Aljube solo da el año, 1942.
Madalena Barbosa2
- O dia de nascimento: 13 de março de 1942, segundo a Wikipédia em inglês; a CIG e a Assembleia Municipal de Lisboa dão só o ano, e a notícia da RTP de 21 de fevereiro de 2008 diz que morreu «aos 66», o que não bate com essa data (teria 65). Fica só o ano.
- O ano em que entrou para a Comissão da Condição Feminina: 1980, segundo a Wikipédia em inglês; a CIG diz só «na década de 1980».
Manuel Freire1
- El año y el lugar de nacimiento (1942, Vagos) proceden de Wikidata.
Manuel Serra1
- La fuga del Aljube y los detalles de la tortura solo aparecen en la Wikipedia, que cita el diario Público de 2010.
Manuela Porto2
- El día de la conferencia sobre Virginia Woolf: la exposición estuvo abierta del 4 al 12 de enero de 1947, y las fuentes no dicen qué día habló.
- En qué sede trabajó como vicepresidenta del CNMP: en la Praça dos Restauradores o ya en la Travessa da Fábrica das Sedas, en las Amoreiras, adonde el Consejo se trasladó en 1946.
Margarida Tengarrinha1
- A morada da casa clandestina de Lisboa onde viveu com José Dias Coelho e onde funcionou o gabinete de falsificação de documentos.
Maria Alda Nogueira2
- O dia do julgamento (22 de outubro de 1960) e o lugar da prisão (num táxi, na Avenida da Liberdade) só aparecem na Wikipédia.
- A placa de homenagem descerrada em 2024 na Rua José Dias Coelho, em Alcântara, referida só na Wikipédia.
Maria Antónia Fiadeiro3
- O ano de «Aborto, o crime está na lei»: 1984, segundo a CIG e a lista de obras da Wikipédia; a introdução da mesma Wikipédia diz 1978.
- Se a redação de «Mulher – Modas e Bordados» ficava no edifício d'O Século em 1974–1975.
- Que foi presa no aeroporto de Lisboa: a Wikipédia diz só «no aeroporto», e a CIG diz que foi presa em 1972, quando regressava do Brasil.
Maria Antónia Palla2
- Em que tribunal de Lisboa foi julgada, em 1979.
- Se a redação de O Século Ilustrado ficava no edifício do jornal, na Rua de O Século.
Maria Barroso2
- De que estação partiu o comboio em que regressaram: a cronologia de Mário Soares na Fundação diz que o Sud Express partiu a 27 de abril de 1974 (Soares tinha ido de Bona para Paris a 25), sem nomear a estação.
- Quando foi proibida de ensinar no ensino público: a exposição da Assembleia da República não dá datas, e a Fundação Mário Soares e Maria Barroso só dá o indeferimento da licença de ensino particular, em 1959.
Maria Cândida Parreira1
- Onde e quando publicou a explicação sobre a escolha de Salazar: Irene Flunser Pimentel cita-a sem indicar a origem.
Maria Clara Correia Alves2
- Las fechas y los lugares del nacimiento, de la boda y de la muerte proceden solo de la Wikipedia, que cita los registros parroquiales y civiles.
- Hasta cuándo dirigió «Alma Feminina»: hasta 1920, según la Wikipedia; el registro de la Biblioteca Nacional, que cubre la revista de 1917 a 1946, la da como directora, sin fechas.
Maria da Conceição Moita1
- A fuga para Paris que preparava quando foi presa vem só da Wikipédia, que cita o livro «Os Últimos Presos do Estado Novo», de Joana Pereira Bastos. (O dia da prisão, 6 de dezembro de 1973, confirma-o o Memória Comum.)
Maria de Lourdes Pintasilgo4
- La fecha en que asumió la presidencia de la Comisión para la Política Social relativa a la Mujer (noviembre de 1973, según la Wikipedia).
- Si fue la primera mujer ministra en Portugal, como se dice a menudo: ni el Arquivo Pintasilgo ni la Wikipedia lo afirman.
- La fecha exacta de su toma de posesión como secretaria de Estado (mayo de 1974).
- Un lugar de Lisboa con dirección documentada vinculado a su acción en los años setenta (el ministerio, la Comisión de la Condición Femenina).
Maria do Amparo1
- O nome completo e as datas da vida de Maria do Amparo: as fontes lidas não os dão (a RTP Memória diz só que nasceu em Angra do Heroísmo).
Isabel Aboim Inglez2
- O ano do episódio do Tribunal Plenário e das Mónicas (1958, segundo a Wikipédia; o Museu do Aljube não o data).
- Se foi dirigente do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas e da Associação Feminina Portuguesa para a Paz: o Museu do Aljube chama-lhe «dirigente» das duas (e do MUD, entre 1946 e 1948); a CIG e a Wikipédia dizem que entrou como sócia no Conselho, nos anos 1930, e que mais tarde aderiu à Associação.
Maria Isabel Barreno2
- O local da morte: o Observador refere a cremação no cemitério dos Olivais, sem dizer onde morreu.
- Se esteve na manifestação do MLM no Parque Eduardo VII, a 13 de janeiro de 1975 (as fontes lidas nomeiam-na como fundadora do movimento, não como manifestante nesse dia).
Maria José Morgado2
- Quanto tempo esteve presa: o Jornal de Negócios diz que saiu sob caução pouco antes do 25 de Abril, sem dar a data.
- O andar dos interrogatórios: «o quarto andar», no relato ao Jornal de Notícias; o terceiro piso, segundo as outras fontes sobre a sede da PIDE — talvez uma diferença na maneira de contar os pisos.
Maria Lamas3
- O início em «Modas e Bordados»: 1928 (Virgínia Baptista; Wikipédia) ou 1930 (CIG); o MDM dá abril de 1929 para a entrada n'O Século, «pouco tempo depois» a entrada na direção do suplemento, e o nome dela como diretora a partir do número de 3 de agosto de 1938.
- O número de fascículos de «As Mulheres do Meu País»: 15 (Virgínia Baptista) ou 24 (Teresa Joaquim).
- Que o aeroporto onde foi presa em dezembro de 1953 é o de Lisboa: o MDM escreve só «no Aeroporto».
Maria Machado1
- En qué acciones de la ARA participó: el Museo del Aljube solo dice que participó «en la preparación de varias acciones», sin nombrarlas.
Maria O'Neill2
- O lugar da morte: «perto de Cabo Verde», segundo o corpo do artigo da Wikipédia, ou «costa brasileira», segundo o início do mesmo artigo; o Silêncios e Memórias diz apenas «no Oceano Atlântico». Dois dias depois de sair do Brasil, Cabo Verde fica longe; o lugar da morte diz só o que as fontes têm em comum.
- A morada onde viveu em Lisboa, que as fontes não dão.
Maria Teresa Horta1
- A data da agressão na rua: o Museu do Aljube põe-na na véspera do almoço semanal das três escritoras em que nasceu, em maio de 1971, a ideia das «Novas Cartas Portuguesas», sem dar o dia; o Observador fala de violência «nas ruas», sem data nem local.
Maria Velho da Costa1
- A Wikipédia diz que o pai, oficial de Infantaria, entrou em 1958 para os censores da comissão de censura de Lisboa; não se encontrou outra fonte.
Natália Correia3
- Se chegou a ser presa em 1966, como diz a Wikipédia; nenhuma outra fonte o refere.
- O dia do primeiro debate sobre o aborto: 2 de março de 1982 (Assembleia da República) ou 3 de março (Polígrafo, que leu as atas). A FCSH põe a resposta a João Morgado no debate de 12 de novembro de 1982.
- Onde ficava a Estúdios Cor, a editora de que foi diretora literária.
Olga Morais Sarmento2
- La fundación de la Sección Feminista de la Liga Portuguesa de la Paz y la conferencia del 18 de mayo de 1906 en la Sociedad de Geografía de Lisboa solo están documentadas en la Wikipedia.
- La fecha y el lugar de la muerte: diciembre de 1948, sin lugar, en el texto de la Wikipedia; 17 de octubre de 1948, en Lisboa, en Wikidata. Hélène de Zuylen murió en Lisboa el 17 de octubre de 1947.
Otelo Saraiva de Carvalho1
- Se ficou de facto retido no Palácio de Belém no 28 de Setembro: a Comissão Comemorativa 50 Anos diz que ele e Vasco Gonçalves estiveram «aparentemente detidos».
Regina Quintanilha1
- As datas da presidência da Assembleia Geral do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas (1917–1919) vêm só da Wikipédia.
Sérgio Godinho1
- Quando voltou a Portugal: o Museu do Aljube diz «um ano após a Revolução de Abril»; a Wikipédia em inglês diz setembro de 1974, sem fonte própria. Falta uma fonte com a data.
Silva Pais1
- Se foi Silva Pais quem deu a ordem de disparar: a cronologia de Jofre Alves atribui-lhe, com o inspetor superior Coelho Dias, as ordens de fogo sobre a multidão às 13h30; as outras fontes não o dizem.
Simone de Oliveira1
- El día y el lugar de nacimiento (Lisboa, 11 de febrero de 1938) proceden de Wikidata; la revista Visão escribe, el 21 de febrero de 2019, que había cumplido 81 años «hace pocos días».
Sofia Quintino1
- La dirección del consultorio (Rua da Palma, 206, 1.º izq.) y las fechas de la carrera hospitalaria (1918–1948) dependen solo de la Wikipedia.
Sophia de Mello Breyner Andresen1
- Se esteve na vigília da Capela do Rato (as fontes divergem).
Stella Piteira Santos2
- Proceden solo de la Wikipedia: la ayuda en la fuga de «Pavel» del Aljube (mayo de 1938), la fecha de la detención (15 de febrero de 1962), el paso por Caxias, el detalle de que fue la primera mujer locutora de Rádio Voz da Liberdade y el día del regreso a Portugal (2 de mayo de 1974). La CIG dice solo que fue detenida y torturada «en Lisboa» y que era la voz de la radio.
- En qué sede del Consejo Nacional de Mujeres Portuguesas militó: la de Restauradores o la de Amoreiras, adonde el Consejo se trasladó en 1946. La Wikipedia sitúa su entrada después de julio de 1946; la CIG no da fecha.
Teresa Paula Brito3
- Cuándo cantó en el Coliseu las canciones de «Minha Senhora de Mim» y fue abucheada: el musicólogo Luís Freitas Branco lo cuenta sin fecha.
- Cuándo salió «Mulheres Guerrilheiras» y cuándo fue el espectáculo del Movimiento de Liberación de las Mujeres, en el Teatro Vasco Santana: la Wikipedia fecha el disco en diciembre de 1974, con dudas.
- Las fechas de nacimiento y de muerte proceden solo de la Wikipedia.
Virgínia Moura2
- O dia e o lugar da morte: 19 de abril de 1998, no Porto, segundo a Wikipédia, que cita a página de antigos estudantes da Universidade do Porto e o «Avante!» de 23 de abril de 1998 (nenhuma das duas abriu); a CIG dá só o ano.
- O pseudónimo: «Maria Selma», segundo a CIG; «Maria Salema», segundo o Memória Comum.
Virgínia Quaresma2
- Cuándo pasó a dirigir la delegación de Lisboa de la Agencia Americana de Noticias: la Toponímia de Lisboa lo vincula al apoyo a la Cruzada de las Mujeres Portuguesas durante la Gran Guerra; la Wikipedia dice que no empezó a trabajar en la agencia hasta 1922.
- En qué número de la Rua do Norte vivió, y hasta cuándo: la Toponímia de Lisboa dice solo que alquiló una casa enfrente del periódico.
Cronología · 111
Fundación de la Asociación de Socorros Mutuos Femenina del Personal Jornalero de Tabacos1
- Dónde estaba la sede de la asociación.
Fundación de la Asociación de Socorros Mutuos Femenina del Personal Jornalero de Tabacos
Fundación de la Liga Republicana de Mujeres Portuguesas1
- El día de febrero de 1909 en que la Liga se constituyó legalmente.
Proclamación de la República en Lisboa1
- Dónde se cosieron las banderas y en qué edificios se izaron.
La asamblea de la Liga aprueba el pliego de reivindicaciones feministas2
- El día de la asamblea que aprobó la representación: 26 de octubre (Toponímia de Lisboa; «A Capital» del 27 de octubre dice que se examinó «ayer») o 19 de octubre (João Esteves).
- Dónde se reunió la asamblea: quizá en la sede de la Rua dos Castelinhos, pero las fuentes no lo dicen.
La asamblea de la Liga aprueba el pliego de reivindicaciones feministas
La Liga entrega al Gobierno Provisional sus reivindicaciones, entre ellas el voto3
- El día: 27 de octubre de 1910, según el periódico «A Capital» (citado en la revista ex æquo), que da la representación como examinada la víspera en asamblea general, y el historiador João Esteves, que sitúa la aprobación el 19 de octubre y la entrega, «en diversos ministerios», el 27; la fecha cuadra con la ley del divorcio, del 3 de noviembre. La Wikipedia da el 27 de noviembre.
- Lo que pedía la representación además del voto: la revisión del Código Civil y la ley del divorcio, según la Wikipedia; «A Capital» y João Esteves solo hablan de una «amplia representación de reivindicaciones feministas», entre ellas el voto.
- El cargo de Carolina Beatriz Ângelo en la Liga: vicepresidenta (João Esteves, que dice que solo lo fue «escasos veinte días antes de la revolución»; CIG; Wikipedia) o vocal suplente de la dirección (Dicionário de Médicos Portugueses).
La Liga entrega al Gobierno Provisional sus reivindicaciones, entre ellas el voto
El Gobierno Provisional decreta la Ley del Divorcio1
- Si Portugal fue el segundo país europeo, después de Noruega, en admitir el divorcio por mutuo consentimiento: es lo que escribe la Asamblea de la República, pero no se ha confirmado en otra fuente (el Código Civil francés de 1804, que siguió vigente en Bélgica, también lo admitía).
Una delegación de mujeres lleva a Teófilo Braga la propuesta de voto femenino1
- Onde foi recebida a delegação.
Una delegación de mujeres lleva a Teófilo Braga la propuesta de voto femenino
Una sentencia ordena inscribir a Carolina Beatriz Ângelo en el censo electoral1
- Se Ana de Castro Osório também pediu a inscrição: a FCSH+Lisboa diz que sim e que lha negaram; João Esteves escreve que estava previsto, mas não chegou a acontecer.
Una sentencia ordena inscribir a Carolina Beatriz Ângelo en el censo electoral
Se funda la Asociación de Propaganda Feminista2
- Se o consultório onde nasceu a associação era ainda o da Rua Nova do Almada, 84, onde um anúncio de 1909 o situa.
- Quem presidiu à associação no início: Carolina Beatriz Ângelo, segundo a Toponímia de Lisboa; João Esteves escreve que Carolina se tornou a sua líder com a partida de Ana de Castro Osório para o Brasil, logo a seguir às eleições de 28 de maio de 1911; segundo a Wikipédia, Ana foi eleita presidente quando Carolina morreu, em outubro desse ano.
Carolina Beatriz Ângelo, la primera mujer que votó en Portugal1
- La Asamblea de la República escribe que en 1911 solo Finlandia reconocía el voto a las mujeres en Europa; pero Noruega lo daba desde 1907, en las elecciones nacionales, a las mujeres con ciertos ingresos (Storting). El resumen dice las dos cosas.
Carolina Beatriz Ângelo, la primera mujer que votó en Portugal
Muerte de Carolina Beatriz Ângelo1
- O número da casa da Rua António Pedro, em Arroios, onde morreu: «A Capital» de 3 de outubro de 1911 escreve «rua Antonio Pedro, S. D.» (ou «8, D.»; a reprodução não deixa ler com certeza).
Sale «A Mulher Portuguesa», revista de la Asociación de Propaganda Feminista1
- Dónde estaban la redacción de la revista y la sede de la asociación.
Sale «A Mulher Portuguesa», revista de la Asociación de Propaganda Feminista
Socialistas y republicanas piden el voto al Senado1
- La petición de la Liga: la Asamblea de la República la sitúa en el Senado, el 9 de julio; João Esteves habla de una representación aprobada el 3 de julio, entregada el 6 al presidente de la Cámara de los Diputados y leída en la sesión del 8.
La Liga entrega en el Senado una petición por el voto de las mujeres1
- La petición de la Liga: la Asamblea de la República la sitúa en el Senado, el 9 de julio; João Esteves habla de una representación aprobada el 3 de julio, entregada el 6 al presidente de la Cámara de los Diputados y leída en la sesión del 8.
La Liga entrega en el Senado una petición por el voto de las mujeres
Fundación del Consejo Nacional de Mujeres Portuguesas2
- Quando se ligou ao International Council of Women: a CIG, a Wikipédia e o Arquivo de História Social dizem que o Conselho nasceu como sua secção portuguesa; a FCSH+Lisboa situa a filiação no ICW e na IWSA na década de 1920.
- O andar do consultório: 1.º (FCSH+Lisboa, Wikipédia) ou 2.º (Toponímia de Lisboa). Os folhetos dos congressos de 1924 e 1928 (Arquivo de História Social) dão ao Conselho a morada do 2.º andar; mas, segundo a FCSH+Lisboa, nesse andar ficavam também a Liga Portuguesa Abolicionista e as Ligas de Bondade, e não se sabe se o consultório era o mesmo andar, nem onde era em 1914.
Huelga de las costureras de Ramiro Leão & C.ª1
- El día de la huelga: la fuente solo dice que fue después del 8 de agosto de 1915.
Creación de la Cruzada de las Mujeres Portuguesas1
- Dónde estaba la sede, en Lisboa.
Sale la revista «Alma Feminina» del Consejo Nacional de Mujeres Portuguesas1
- Quién dirigió el boletín en los años veinte: la Toponímia de Lisboa dice que fue Adelaide Cabete, entre 1920 y 1929; la Wikipedia da a Maria Clara Correia Alves hasta 1919 y a Elina Guimarães en 1929–1930.
Sale la revista «Alma Feminina» del Consejo Nacional de Mujeres Portuguesas
Fundación del Partido Comunista Portugués1
- Dónde estaba, en 1921, la sede de la Asociación de Empleados de Oficina.
I Congreso Feminista y de Educación1
- Si el salón noble de la Asociación de Socorros Mutuos de los Empleados de Comercio de Lisboa, donde se celebró el congreso, era el del Palácio Vagos, en el Largo de São Cristóvão, que la asociación tenía desde 1913.
Maternidad de la Compañía Nacional de Tabacos, en Xabregas1
- Dónde estaba la maternidad, junto a la fábrica de Xabregas.
La revuelta de febrero de 1927 en Lisboa1
- Los fusilamientos junto a la fuente del Largo do Rato solo constan en la Wikipedia; el Museo del Aljube habla de fusilados sin decir dónde.
Exiliados crean la Liga de Defensa de la República («Liga de París»)1
- El día de la fundación: 12 de marzo de 1927, según la Wikipedia; el Museo del Aljube solo dice marzo. El manifiesto «Ao País» es de julio.
Exiliados crean la Liga de Defensa de la República («Liga de París»)
Maria Lamas asume la dirección de «Modas e Bordados»1
- El año en que pasó a dirigir la revista: 1928 (Virgínia Baptista, Wikipedia) o 1930 (CIG, que da 1928 como el año de su entrada en «O Século»). Se sigue 1928.
II Congreso Feminista y de Educación1
- Onde ficava, em 1928, a sede da Associação Comercial dos Lojistas de Lisboa.
Maria Lamas organiza la exposición «Mulheres Portuguesas»1
- Cuánto tiempo estuvo abierta: un mes (A Voz do Operário) o dos meses (Wikipedia).
El primer instituto femenino se traslada a un edificio propio1
- El día del traslado al nuevo edificio: la FCSH+Lisboa solo habla del curso 1933-1934.
El primer instituto femenino se traslada a un edificio propio
Revuelta de los marineros en el Tajo2
- O número de mortos: 12 (Museu do Aljube; resumo da Wikipédia; também o «Diário de Lisboa» de 8 de setembro, no próprio dia), 10 (corpo da Wikipédia e cronologia da Fundação Mário Soares citada por ela) ou seis (o «Diário de Lisboa» de 9 de setembro, sob censura, corrige os doze da véspera e dá seis nomes). Falta saber se houve mortos depois, entre os feridos.
- O objetivo: levar os navios para a Espanha republicana (Wikipédia, Fundação Mário Soares) ou assaltar as prisões dos Açores e formar aí um governo provisório (Museu do Aljube).
Francisco de Paula Oliveira Júnior («Pavel») se fuga del Aljube1
- El mes de la fuga: la fuente escribe «Detenido en el Aljube, en mayo de 1938, consiguió fugarse», lo que también puede querer decir que mayo es el mes en que ingresó en el Aljube.
Francisco de Paula Oliveira Júnior («Pavel») se fuga del Aljube
Se abre la Sección Colonial, con 138 personas de las colonias expuestas al público1
- Los nombres de las personas expuestas, que están en el Archivo Histórico Ultramarino según Cláudia Castelo; ninguna de las fuentes consultadas los publica.
Se abre la Sección Colonial, con 138 personas de las colonias expuestas al público
Construcción de los «curros» del Aljube1
- El año: según la Comisión Conmemorativa 50 Años, los curros se levantaron «a partir de 1943»; Memória Comum dice «a principios de la década de los cuarenta, probablemente en 1943».
Empieza la oleada de huelgas de 1943 en la región de Lisboa1
- Qué fábricas pararon: la fuente solo nombra la CUF, en Barreiro.
Se oficializa la Casa de los Estudiantes del Imperio1
- Dónde estaba en 1944 la Casa de los Estudiantes de Angola, donde se oficializó la CEI: las fuentes no dicen si era ya el edificio de la Avenida Duque de Ávila.
Mujeres en el Movimiento de Unidad Democrática2
- Os outros nomes que a CIG dá como signatárias de «As mulheres e o movimento da oposição» (Beatriz Cal Brandão, Clementina Carneiro de Moura, Maria Alda Nogueira, Natália Correia, Francine Benoît, Maria Estanco Louro) não vêm na lista publicada pelo «Diário de Lisboa» de 30 de outubro de 1945, que tem catorze nomes; podem ter assinado depois, mas nos números seguintes, até 21 de novembro, não se encontrou nova lista.
- Quando se formou a Comissão das Mulheres do MUD e onde se reunia.
Fundación del Movimiento de Unidad Democrática (MUD)1
- Dónde estaba, en 1945, el Centro Escolar Republicano Almirante Reis.
Se constituye formalmente el MUD Juvenil1
- Dónde estaba el Centro Republicano José Estêvão: Octávio Pato sitúa la reunión en el Lumiar, pero ninguna fuente da la dirección.
Isabel Aboim Inglez, detenida por primera vez por la PIDE2
- Quién fue detenido con ella: el Museo del Aljube sitúa con ella a otros miembros de la Comisión Central del MUD en la detención de diciembre de 1946; la Wikipedia, en la de enero de 1948.
- Dónde estuvo detenida en diciembre de 1946.
Exposición de Libros Escritos por Mujeres1
- El año: 1947 (Virgínia Baptista, Teresa Joaquim, CIG y Museo del Aljube, en la página sobre Maria Lamas) o 1946 (Museo del Aljube, en la página del Día Internacional de la Mujer). Se sigue 1947.
La policía cierra el Consejo Nacional de Mujeres Portuguesas1
- Quem mandou fechar o Conselho: a Polícia Judiciária (Virgínia Baptista, Gerador), o Governo Civil de Lisboa (Wikipédia), «a polícia» ou «as forças policiais» (FCSH+Lisboa, CIG), «o governo de Salazar» (Teresa Joaquim) ou uma «ordem judicial» (nota do Arquivo de História Social ao catálogo da exposição de 1947); nenhuma fonte cita o despacho. O processo da associação no Governo Civil de Lisboa (arquivo da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, PT/SGMAI/GCLSB/H-B/001/13330, com a cota antiga «1487/A. Extintas») vai até 20 de novembro de 1947: é aí que se deve procurar o despacho.
La policía cierra el Consejo Nacional de Mujeres Portuguesas
Publicación de «As Mulheres do Meu País» (Las mujeres de mi país), de Maria Lamas1
- Quem cabe no grupo «a doméstica» de «As Mulheres do Meu País» — as donas de casa, as criadas de servir, ou umas e outras: a Comissão Comemorativa 50 Anos dá só o nome dos cinco grupos, e diz que o livro trata da «condição de vida das mulheres trabalhadoras portuguesas».
Publicación de «As Mulheres do Meu País» (Las mujeres de mi país), de Maria Lamas
Acto de la Comisión Femenina de la candidatura de Norton de Matos1
- Se a «Comissão Feminista» de que fala a CIG, a propósito do discurso de Cesina Bermudes em Santarém, é a Comissão Feminina da candidatura: a CIG não o diz.
Acto de la Comisión Femenina de la candidatura de Norton de Matos
Mário Soares y Maria Barroso se casan por poderes en la cárcel del Aljube1
- Si Maria Barroso estuvo en el Aljube ese día: las fuentes solo dicen que la boda, por poderes, se celebró en la cárcel donde Soares estaba preso.
Mário Soares y Maria Barroso se casan por poderes en la cárcel del Aljube
Detención de Maria Lamas y de miembros del Movimiento Nacional Democrático1
- Quantas vezes foi presa: três (Museu do Aljube, MDM; João Esteves, no Dicionário no Feminino, dá as prisões de 1949, 1950-1951 e 1953) ou quatro — em 1949, 1950, 1951 e 1953 (Virgínia Baptista), contando à parte 1950 e 1951.
Detención de Maria Lamas y de miembros del Movimiento Nacional Democrático
Muerte de Militão Ribeiro en la Penitenciaría de Lisboa3
- El día de la muerte: 2 de enero de 1950 (Museo del Aljube, Memória Comum) o 3 de enero (Wikidata); se sigue al museo y a Memória Comum.
- Cuánto tiempo estuvo en riguroso aislamiento: «nueve meses», según el Museo del Aljube —el tiempo que va de la detención, el 25 de marzo de 1949, a la muerte—; del traslado a la Penitenciaría, el 10 de mayo, a la muerte van menos de ocho meses.
- La edad: el Museo del Aljube escribe 54 años, pero las fechas que da (13 de agosto de 1896 y 2 de enero de 1950) dan 53.
Álvaro Cunhal y Sofia Ferreira, juzgados en el Tribunal Plenario3
- La pena a la que fue condenado Cunhal: las fuentes citadas solo dicen que estuvo preso once años seguidos, y el Museo del Aljube escribe que fue «condenado a once años de prisión».
- Cuándo pasó de la Penitenciaría a Peniche: el 27 de julio de 1956, según el pie de su ficha de recluso en la web del PCP; en 1958, según el Ayuntamiento de Lisboa.
- Cuánto tiempo estuvo Cunhal incomunicado: «en los primeros catorce meses de esta detención», escribe el Ayuntamiento de Lisboa; de la detención, el 25 de marzo de 1949, al juicio, el 2 de mayo de 1950, van trece meses y una semana.
Álvaro Cunhal y Sofia Ferreira, juzgados en el Tribunal Plenario
Maria Lamas, detenida por segunda vez1
- El número y los años de las detenciones: tres, «entre 1949 y 1962», según el Museo del Aljube; el MDM da 1949, 1950 y 1953; la Wikipedia, 1949, 1950–1951 y 1953, y ninguna fuente explica el «1962» del Museo; Virgínia Baptista cuenta cuatro, con una más en 1951.
Reunión clandestina de mujeres en Lisboa en el Día Internacional de la Mujer1
- Dónde fue la reunión, en Lisboa, y quién participó.
Reunión clandestina de mujeres en Lisboa en el Día Internacional de la Mujer
Maria Lamas, detenida en el aeropuerto3
- El número de detenidos con ella, unos cincuenta, solo consta en el MDM.
- Que el aeropuerto era el de Lisboa, en Portela: las fuentes solo dicen que fue detenida «en el Aeropuerto», al regresar del extranjero.
- El traslado a Caxias y el día de la liberación solo constan en la Wikipedia.
Cierra (por primera vez) el campo de Tarrafal1
- Las cifras del Museo del Aljube no coinciden de un texto a otro: 375 presos y 32 muertos (2023) o 340 presos y 34 muertos (2024).
Detención de Aida Magro, responsable clandestina de la Zona Oriental de Lisboa1
- El día de la detención, el 27 de mayo de 1957, solo consta en la Wikipedia.
Detención de Aida Magro, responsable clandestina de la Zona Oriental de Lisboa
Raul Alves cae del tercer piso de la sede de la PIDE1
- A data: 31 de julho de 1958 (Museu do Aljube, Memória Comum) ou 1 de agosto de 1957 (Comissão Comemorativa 50 Anos); seguem-se os dois primeiros, que ligam a prisão às greves contra a fraude eleitoral de 1958.
Detención de Maria Alda Nogueira en la Avenida da Liberdade3
- El lugar de la detención —en un taxi, en la Avenida da Liberdade, sin que se sepa en qué punto— y el día del juicio, el 22 de octubre de 1960, solo constan en la Wikipedia; Memória Comum confirma el día de la detención.
- La fecha de la liberación: diciembre de 1968, en libertad condicional (Wikipedia), o diciembre de 1969, al cabo de «diez años» en Caxias (Memória Comum).
- Si fue la «primera mujer en Portugal condenada a prisión por motivos políticos», como dice la CIG: Memória Comum dice que fue la primera condenada a ocho años de prisión mayor y medidas de seguridad.
Golpe de Botelho Moniz («Abrilada» de 1961)2
- Las fechas: 11 y 12 de abril de 1961, según la Wikipedia; el Centro de Documentación 25 de Abril da el 13 de abril.
- Dónde, en Lisboa, se decidió el desenlace del golpe.
Fundación del Movimiento Nacional Femenino (afín al régimen)1
- El día de la fundación, 28 de abril de 1961 —el del cumpleaños de Salazar—, y la sede en la Rua Presidente Arriaga, 6, proceden solo de la Wikipedia.
Fundación del Movimiento Nacional Femenino (afín al régimen)
Las «Seis Marías», primeras enfermeras paracaidistas1
- Si Maria da Nazaré Andrade obtuvo el título de paracaidista el 8 de agosto, con las otras cinco, o el 23 de agosto de 1961, después de un esguince: la tesis de Filipa Moreno Figueiredo Caetano da las dos versiones.
Operación Vagô: secuestro de un avión y octavillas sobre Lisboa1
- En qué zonas de Lisboa cayeron las octavillas.
Operación Vagô: secuestro de un avión y octavillas sobre Lisboa
Cândido Capilé, muerto a tiros en una manifestación en Almada1
- Quién disparó: una fuerza conjunta de la PIDE, la Guardia Nacional Republicana (GNR) y la Policía de Seguridad Pública (PSP), según el Museo del Aljube, o la GNR, según Memória Comum.
Cândido Capilé, muerto a tiros en una manifestación en Almada
La PIDE asesina al escultor José Dias Coelho en Alcântara1
- La hora: «a primera hora de la noche», según A Voz do Operário, o «en pleno día», según la Toponímia de Lisboa.
Detención de Stella Piteira Santos1
- El día de la detención, el paso por Caxias y las compañeras de celda proceden solo de la Wikipedia; la CIG dice únicamente que fue «detenida y torturada por la PIDE en Lisboa».
Declaración del luto académico1
- El día de la asamblea en la que habló Isabel do Carmo.
Detención de las Mujeres de Couço1
- Las 75 horas sin dormir de Maria Custódia Chibante y los once días y once noches de interrogatorio de Maria Galveias proceden solo de la Wikipedia; la historiadora Paula Godinho confirma las 98 horas de Maria Custódia en la sede de la PIDE.
El Primero de Mayo de 1962 en la Baixa de Lisboa1
- Quantos se manifestaram e quantos foram presos: o Diário de Lisboa do dia seguinte diz só «centenas e centenas de pessoas» e «dezenas de feridos».
Huelga de hambre en el comedor de la Cidade Universitária1
- Cuántos estudiantes fueron detenidos en el comedor: unos 800 (PSP), 1200 (asociaciones de estudiantes) o 1500 (revista del Expresso, citada por la Wikipedia).
Escritores de la SPE se solidarizan con los estudiantes1
- Si el escrito se preparó o se firmó en la sede de la SPE.
Detención de Eurico Figueiredo1
- Cuándo fue expulsado Eurico Figueiredo de la universidad: el Museo del Aljube, al contar la detención del 28 de mayo de 1962, dice que no llegó a tomar posesión en las RIA por haber sido expulsado; la Comisión Conmemorativa 50 Años y la Wikipedia lo sitúan entre los 21 estudiantes excluidos durante treinta meses por un despacho de finales de junio.
Exilio de Maria Lamas en París1
- El inicio del exilio: junio de 1962 (MDM; el Museo del Aljube dice 1962) o 1961 (Virgínia Baptista y el libro de memorias citado por Gerador).
Fundado el Frente Patriótico de Liberación Nacional (FPLN)1
- Dónde fue fundado: en Roma, en los últimos días de 1962 (Museo del Aljube), o en Argel, en la I Conferencia de las Fuerzas de la Oposición (Centro de Documentación 25 de Abril).
Empieza la lucha armada del PAIGC en Guinea1
- El inicio de la lucha armada: 23 de enero de 1963 (Museo del Aljube) o abril de 1963 (Centro de Documentación 25 de Abril); se sigue al museo.
Muerte de David Almeida Reis junto al Elevador da Glória1
- Dónde estaba exactamente el café Palladium en 1964: Memória Comum solo dice «junto al elevador da Glória».
Disolución de la Sociedad Portuguesa de Escritores y asalto a su sede1
- Adónde fueron llevados los jurados detenidos: a Caxias, según el Museo del Aljube; el memorial de la Asociación Portuguesa de Escritores solo dice que quedaron «detenidos a las órdenes» de la PIDE.
Disolución de la Sociedad Portuguesa de Escritores y asalto a su sede
Cierra la cárcel política del Aljube1
- El mes del cierre: agosto de 1965 (Comisión Conmemorativa 50 Años), «julio/agosto» (Museo del Aljube) o «verano de 1965» (Memória Comum).
Cierre de la Casa de los Estudiantes del Imperio1
- El día: el 6 de septiembre de 1965 solo consta en la Wikipedia; las otras fuentes dan «septiembre de 1965» (Buala) o solo el año.
Detención de Helena Pato1
- Cuándo nació la Comisión Nacional de Socorro a los Presos Políticos: en 1969, según la Asamblea de la República; pero la biografía de Helena Pato en el Museo del Aljube ya habla de su actividad en la «Comisión de Socorro a los Presos Políticos» antes de ser detenida, en junio de 1967.
Fundado el Movimiento Democrático de Mujeres1
- Cómo y cuándo nació: en una asamblea en la Padaria do Povo, en 1968, según el propio MDM; la Wikipedia lo hace nacer de las comisiones electorales de mujeres de la oposición, y el Museo del Aljube, en la biografía de Helena Pato, fecha la fundación en 1969.
«Greve da Mala» («huelga de la cartera») en la Carris de Lisboa2
- El día en que empezó la huelga: el Museo del Aljube solo dice que la lucha de tres días terminó el 3 de julio; la fecha solo indica el mes.
- En qué cocheras de la Carris se dejaron las carteras.
«Greve da Mala» («huelga de la cartera») en la Carris de Lisboa
Vigilia por la paz en la iglesia de São Domingos2
- Cuándo empezó la vigilia: en la noche del 31 de diciembre de 1968, según la Comisión Conmemorativa 50 Años, o el 1 de enero de 1969, según António de Araújo («Lusitania Sacra»).
- Quién puso música a la «Cantata da Paz»: Francisco Fernandes, según la Comisión Conmemorativa 50 Años; Rui Paz, a partir de un espiritual negro norteamericano, según Francisco Fanhais y la tesis de Eloísa Aragão.
Sophia de Mello Breyner y Maria Barroso, candidatas de la oposición1
- Quando nasceu a Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos: em 1969, segundo a Assembleia da República; mas a biografia de Helena Pato no Museu do Aljube já fala da sua atividade na «Comissão de Socorro aos Presos Políticos» antes de ser presa, em junho de 1967.
Sophia de Mello Breyner y Maria Barroso, candidatas de la oposición
Mujeres se reúnen en la sierra de Sintra el Día de la Mujer1
- Dónde, en la sierra de Sintra, se reunieron las mujeres.
El «Zip-Zip» se estrena en la RTP, grabado con público en el Teatro Villaret1
- El día del primer programa: el 26 de mayo de 1969 en el vídeo de RTP Arquivos; la fotografía de Almada Negreiros en esa emisión, también de RTP Arquivos, está fechada el 24 de mayo.
El «Zip-Zip» se estrena en la RTP, grabado con público en el Teatro Villaret
Operación Mar Verde: invasión de Conakri1
- El día: 21 de noviembre de 1970, según el Museo del Aljube; el ataque a Conakri se fecha a menudo el 22, porque el desembarco fue en la noche del 21 al 22.
La ARA destruye helicópteros en la Base Aérea de Tancos1
- Cuántas aeronaves fueron alcanzadas: «toda la flota de helicópteros y algunos aviones de entrenamiento» (Centro de Documentación 25 de Abril); 28, trece de ellas irrecuperables, según la Wikipedia, que en otro pasaje habla de 16 helicópteros y 11 aviones.
Teresa Paula Brito canta «Minha Senhora de Mim» (Mi señora de mí), de Maria Teresa Horta2
- El día de la sesión de presentación: la RTP dio la noticia el 18 de mayo de 1971.
- Cuándo cantó Teresa Paula Brito estas canciones en el Coliseu y fue abucheada: el musicólogo Luís Freitas Branco no da la fecha.
Teresa Paula Brito canta «Minha Senhora de Mim» (Mi señora de mí), de Maria Teresa Horta
La ARA corta las telecomunicaciones de Lisboa durante la reunión de la OTAN1
- Dónde estaba la central de telecomunicaciones atacada.
La ARA corta las telecomunicaciones de Lisboa durante la reunión de la OTAN
Se publican las «Novas Cartas Portuguesas» (Nuevas cartas portuguesas)2
- Dónde estaba la editorial Estúdios Cor.
- El día en que salió el libro, en abril de 1972: las fuentes solo dicen que fue retirado tres días después; el informe de la censura sobre el libro está fechado el 26 de mayo de 1972.
Se publican las «Novas Cartas Portuguesas» (Nuevas cartas portuguesas)
Las Brigadas Revolucionarias sueltan cerdos «almirantes» en el Rossio2
- El día en que se soltaron los cerdos en el Rossio: el Museo del Aljube solo dice que fue después de la reelección de Américo Tomás, el 25 de julio de 1972.
- Dónde se destruyeron los quince camiones Berliet.
Las Brigadas Revolucionarias sueltan cerdos «almirantes» en el Rossio
La censura prohíbe «Os Sobreviventes» (Los supervivientes), de Sérgio Godinho1
- Cuándo salió y fue prohibido: el Diário de Notícias dice que no se publicó hasta septiembre de 1972; el Museo del Aljube dice que salió en 1971 y fue prohibido tres días después.
La censura prohíbe «Os Sobreviventes» (Los supervivientes), de Sérgio Godinho
El estudiante Ribeiro Santos, muerto a tiros por la PIDE/DGS en el ISCEF2
- O nome do homem que os estudantes tomaram por informador: Fernando Lopes Manuel, como ele se identificou (biografia de Ribeiro Santos no Museu do Aljube), ou Vítor Manuel Lopes (texto do Museu do Aljube de 2020).
- Onde foi atingido: nas costas (Memória Comum, Comissão Comemorativa 50 Anos) ou com dois tiros no peito (Toponímia de Lisboa); seguem-se as duas primeiras.
El estudiante Ribeiro Santos, muerto a tiros por la PIDE/DGS en el ISCEF
Funeral de Ribeiro Santos1
- Cuántas personas fueron al funeral: «miles» (Museo del Aljube, Comisión Conmemorativa 50 Años) o unas cinco mil (Toponímia de Lisboa).
Vigilia de la Capilla do Rato contra la guerra colonial2
- Cuántas personas llevó la policía a la comisaría: 91, en la versión corriente; 74 identificadas, según la policía; unas 40 presentes al final del día, según los participantes (todos citados por António de Araújo); cerca de 60 según la Wikipedia y cerca de medio centenar según RTP Ensina.
- Si Sophia de Mello Breyner Andresen estuvo en la capilla: la tesis de Eloísa Aragão (Universidad de São Paulo) dice que participó en la vigilia; António de Araújo la nombra entre los firmantes de los escritos de solidaridad.
Detención de Aurora Rodrigues1
- Dónde fue detenida: las fuentes solo dicen que fue después de una reunión de estudiantes.
Las Tres Marías, primera causa feminista internacional1
- El día de la votación en la conferencia de la NOW: la Wikipedia solo dice junio de 1973.
Detención y tortura de Maria José Morgado1
- El piso de los interrogatorios: «el cuarto piso», en el relato de Maria José Morgado al «Jornal de Notícias»; el tercer piso, según la Comisión Conmemorativa 50 Años y Memória Comum —quizá una diferencia en la manera de contar los pisos—.
La reunión de Óbidos amplía la Comisión Coordinadora1
- Dónde fue elegido Otelo Saraiva de Carvalho para la dirección de la Comisión Coordinadora: en la reunión de Óbidos, el 1 de diciembre de 1973 (Comisión Conmemorativa 50 Años), o en la de Costa da Caparica, el 5 de diciembre (Asociación 25 de Abril).
Detención de Maria da Conceição Moita1
- El día de la detención, el 6 de diciembre de 1973, y el intento de huida a París solo constan en la Wikipedia, que cita «Os Últimos Presos do Estado Novo» (Los últimos presos del Estado Novo), de Joana Pereira Bastos; la tesis de Eloísa Aragão (Universidad de São Paulo) confirma la detención en Caxias a finales de 1973 y la liberación con el 25 de Abril.
«Somos Livres» (Somos libres): la canción de Ermelinda Duarte nace en el teatro1
- El día y la sala del estreno de «Lisboa 72-74» (el Teatro Estúdio de Lisboa tenía su sede en el Teatro Vasco Santana, en la Feira Popular).
«Somos Livres» (Somos libres): la canción de Ermelinda Duarte nace en el teatro
«Mulheres Guerrilheiras» (Mujeres guerrilleras): el MLM lanza en el Teatro Vasco Santana un disco feminista1
- El día: el recorte de «O Século» dice «ayer», pero no lleva fecha, y la Casa Comum lo fecha en 1974; fue después del 7 de mayo, cuando nació el Movimiento de Liberación de las Mujeres. La Wikipedia fecha el disco en diciembre de 1974, con dudas.
«E Depois do Adeus» (Y después del adiós) gana el Grande Prémio TV da Canção, en el Teatro Maria Matos1
- Quién presentó: Glória de Matos y Artur Agostinho, según las dos piezas de RTP Arquivos y el texto de la Wikipedia; la ficha de la misma página de la Wikipedia da a Henrique Mendes, al que la tabla de la votación sitúa en el jurado de selección.
Última reunión de la Comisión Coordinadora del Movimiento1
- Dónde estaba la casa del capitán Candeias Valente en la que se celebró la reunión.
La fragata «Almirante Gago Coutinho» en el Tajo1
- Quién impidió el disparo: el segundo de a bordo, el teniente de navío Fernando Caldeira dos Santos (Asociación 25 de Abril, «Lugares de Abril»; Jofre Alves lo llama Fernando Ferreira dos Santos), el propio comandante, que alegó que había mucha gente en el Terreiro do Paço (Asociación 25 de Abril, «Movimentações do dia 25 de Abril»), o la tripulación, que según la Comisión Conmemorativa 50 Años estaba «con el Movimiento».
Disparos de la PIDE/DGS matan a cuatro personas en la Rua António Maria Cardoso2
- La hora: las 20.00 (CD25A), las 20.10 (Esquerda.net), hacia las 20.15 (Asociación 25 de Abril), hacia las 20.30 (Museo del Aljube, Jofre Alves) o las 21.00 (Comisión Portuguesa de Historia Militar; Asociación 25 de Abril, «Movimentações do dia 25 de Abril»); el «#nestedia» del Museo del Aljube habla del «final de la mañana»; la hora registrada aquí, las 20.00, es la del CD25A.
- Si fueron las únicas víctimas mortales de la revolución, como dice la Asociación 25 de Abril: Jofre Alves registra además a un funcionario de la DGS muerto a tiros por un militar, hacia las 21.30, cuando intentaba huir, sin dar su nombre.
Disparos de la PIDE/DGS matan a cuatro personas en la Rua António Maria Cardoso
Rendición y ocupación de la sede de la DGS1
- Quem falou ao telefone com Silva Pais: Spínola, segundo a Comissão Comemorativa 50 Anos e o Centro de Documentação 25 de Abril; o ex-ministro do Interior César Moreira Baptista, preso na Pontinha, a pedido de Spínola, na noite de 25, segundo a Associação 25 de Abril («Movimentações do dia 25 de Abril»).
José Mário Branco y Luís Cília llegan del exilio y son recibidos con «Grândola»1
- Si José Mário Branco y Luís Cília llegaron en el mismo avión que Álvaro Cunhal, como dicen varias biografías: el reportaje de la RTP no lo dice.
José Mário Branco y Luís Cília llegan del exilio y son recibidos con «Grândola»
I Encuentro Libre de la Canción Popular, en Oporto1
- El día del encuentro: la RTP emitió el reportaje el 6 de mayo de 1974.
Espectáculo de «canto libre» en el Teatro São Luiz1
- El día: RTP Arquivos fecha el 24 de mayo de 1974 la grabación que emitió la Emissora Nacional, sin decir si es el día del espectáculo o el de la emisión.
Liberación de los presos de Tarrafal1
- Si había guineanos en Tarrafal el 1 de mayo de 1974: la Comisión Conmemorativa 50 Años cuenta, en el momento de la revolución, 50 angoleños y 14 caboverdianos en el campo (los 62 presos guineanos estaban en la isla de Galinhas), pero escribe que el 1 de mayo fueron liberados presos «angoleños, guineanos y caboverdianos».
Manifestación feminista del MLM, atacada en el Parque Eduardo VII2
- El lugar exacto del parque donde las mujeres fueron rodeadas; salieron de la casa de Madalena Barbosa, en lo alto del Parque Eduardo VII.
- Cuántos hombres las rodearon: «unos 2000», dice Comunidade Cultura e Arte, sin indicar de dónde sale la cifra.
Manifestación feminista del MLM, atacada en el Parque Eduardo VII
Se crea la Comisión de la Condición Femenina1
- Dónde estaba la sede de la Comisión de la Condición Femenina en Lisboa en los años setenta.
Fracasa el golpe spinolista del 11 de Marzo1
- La hora del ataque al RAL 1: hacia las 11.45 (RTP, «Memórias da Revolução») o «poco antes de las 12.00» (Ricardo Noronha, «Ler História»); y los heridos: 14 (Comisión Conmemorativa 50 Años) o 15 (RTP).
Nueva ley del divorcio1
- Si la autorización del marido para que la mujer viajara al extranjero estuvo en vigor hasta el 25 de Abril, como dice «Memórias da Revolução»: según Elina Guimarães, la exigencia para el pasaporte había desaparecido en 1969.
La RTP emite «O Aborto não é um Crime» (El aborto no es un crimen), de Maria Antónia Palla1
- Em que data foi lida a sentença que absolveu Maria Antónia Palla.
La RTP emite «O Aborto não é um Crime» (El aborto no es un crimen), de Maria Antónia Palla
El Ayuntamiento de Lisboa aprueba el Memorial a los Presos y Perseguidos Políticos en el Largo da Boa-Hora1
- Si la construcción del memorial empezó después de agosto de 2025.