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Pour les écoles

Quel parcours pour quelle année, comment le relier au programme d’histoire portugais, et que préparer avant et après la sortie.

Ce texte n’a pas encore été traduit en français. Il est présenté dans sa version originale en portugais.

Esta página é para quem ensina e quer levar uma turma a um destes percursos, ou usá-los na sala de aula. Diz que percurso serve a que ano, como se liga ao programa oficial, e o que preparar antes e depois da saída. Nove percursos fazem-se a pé; dois, de metro e comboio.

O programa citado são as Aprendizagens Essenciais da Direção-Geral da Educação. Em 2021, um despacho fixou-as como referencial curricular, ao lado do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, e revogou os outros documentos curriculares das disciplinas que as têm.1 Os nomes dos temas vão entre «…», tal como estão nos documentos, e cada nível tem a nota para o documento de onde saiu.

As perguntas de «Antes da saída» e de «Na aula seguinte» respondem-se com o que a app conta: o texto das paragens, as páginas das pessoas e dos lugares, o glossário, as datas. Em todos os percursos há pelo menos uma que pede aos alunos que procurem as mulheres da história.

Parcours

Les parcours avec une classe

  • Le jour initial6.º ano — História e Geografia de Portugal · 9.º ano — História · 11.º ano — História B · 12.º ano — História A

    2,3 km 1 h 30 min Arrêts: 7Difficulté: Moyenne

    O 25 de Abril hora a hora, nos sítios onde aconteceu: é o tema «O 25 de abril e a construção da democracia até à atualidade» do 6.º ano2 e a Revolução de «Portugal: do autoritarismo à democracia» no 9.º ano,5 que o secundário aprofunda com «o papel exercido pelo MFA».97 A turma segue a coluna de Salgueiro Maia do Terreiro do Paço ao Largo do Carmo e acaba à porta da antiga sede da polícia política.

    Avant la sortie

    • Procurem no glossário da app o que eram o MFA, a chaimite e a polícia política (PIDE/DGS).
    • A que horas, e em que rádio, passou a «Grândola, Vila Morena», a senha da revolução?

    Au cours suivant

    • Que mulheres aparecem neste percurso, e o que fez cada uma?
    • Os comunicados do Movimento pediam às pessoas que ficassem em casa. O que fizeram as pessoas, e em que paragens se vê?
    • Façam uma linha do tempo do dia, da senha da meia-noite à rendição da polícia política na manhã seguinte, com cinco momentos tirados das paragens.
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  • Graça, la colline des femmes6.º ano — História e Geografia de Portugal · 8.º ano — História · 9.º ano — História · 11.º ano — História A · Cidadania e Desenvolvimento

    1,7 km 1 h 15 min Arrêts: 6Difficulté: Exigeante

    A greve das costureiras de 1915 e a lei das oito horas de 1919 dão rosto às «medidas governativas da 1.ª República» (6.º ano),2 aos «movimentos reivindicativos» do 8.º ano4 e ao «movimento operário» do 11.º;6 os comícios de 1949 na Voz do Operário e a cadeia das Mónicas levam à «oposição interna ao regime» (9.º ano).5 Para Cidadania, mostra a «(des)igualdade de género» no trabalho,13 num percurso curto que começa numa subida forte.

    Avant la sortie

    • Leiam a primeira paragem: o que pediam as costureiras da Ramiro Leão em 1915?
    • Leiam o quadro «Acessibilidade do caminho» do percurso: onde fica a subida, e como se pode evitar?

    Au cours suivant

    • Quase todas as paragens contam histórias de mulheres. Escolham uma e digam o que fez, e em que ano.
    • Ponham numa linha do tempo a greve das costureiras, a morte de Angelina Vidal, a mudança de Sophia para a Graça e a abertura do Botequim.
    • Na cadeia das Mónicas, como se distinguiam as presas políticas das presas de delito comum?
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  • L’Estado Novo, expliqué9.º ano — História · 11.º ano — História B · 11.º ano — História da Cultura e das Artes · 12.º ano — História A · Cidadania e Desenvolvimento

    4,6 km 2 h 20 min Arrêts: 9Difficulté: Moyenne

    Paragem a paragem, mostra o que o 9.º ano estuda em «Entre a ditadura e a democracia» — a implantação do Estado Novo e o papel de Salazar5 — e o que o secundário aprofunda em «Portugal: o Estado Novo», como a corporativização dos sindicatos e a política cultural do regime.97 Do Palacete de São Bento ao Palácio Foz, a turma vê ainda os cartazes da propaganda, que servem História da Cultura e das Artes,8 e o que as leis diziam das mulheres, a «(des)igualdade de género» de Cidadania.13

    Avant la sortie

    • Procurem no glossário da app a União Nacional, a Mocidade Portuguesa, a FNAT e o Secretariado de Propaganda Nacional. A quem se dirigia cada um?
    • Leiam o cartaz «A lição de Salazar» citado na paragem «Deus, Pátria, Família». Que três palavras resumiam a educação nacional?

    Au cours suivant

    • O percurso diz que as mulheres estão «dos dois lados». Deem um exemplo de cada lado.
    • Façam uma tabela com três leis sobre as mulheres que o percurso refere: o que diziam, e em que ano deixaram de valer.
    • Comparem as eleições de 1942, contadas na paragem do «Diário da Manhã», com as de 25 de abril de 1975, no percurso «Os dias da liberdade».
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  • Les figures d’Avril9.º ano — História · 11.º ano — História B · 12.º ano — História A · Cidadania e Desenvolvimento

    3,5 km 1 h 40 min Arrêts: 6Difficulté: Moyenne

    Pelas vidas de Mário Soares, Álvaro Cunhal, Salgueiro Maia e das mulheres que viveram a mesma história, o percurso dá rosto à «oposição interna ao regime» (9.º ano)5 e à democratização de «Portugal, do autoritarismo à democracia» (secundário).97 Do Aljube a São Bento, a turma vê onde estiveram presos, onde foram julgados e onde se sentaram como deputados — e, para Cidadania, a (des)igualdade de género no «exercício de cargos políticos».13

    Avant la sortie

    • Cada aluno escolhe uma pessoa do percurso — Mário Soares, Álvaro Cunhal, Salgueiro Maia, Maria Barroso, Sofia Ferreira, Maria Lamas, Natália Correia ou Maria de Lourdes Pintasilgo — e lê a sua página na app.
    • As paragens não seguem o calendário. Ponham por ordem os anos que estão nos títulos das paragens.

    Au cours suivant

    • Porque deixou Maria Barroso de poder representar no Teatro Nacional, e o que fez a seguir?
    • Quem foi a primeira mulher a chefiar um governo em Portugal, e onde se sentou antes do 25 de Abril?
    • Salgueiro Maia não aceitou cargos políticos depois do 25 de Abril. Comparem o seu caminho com o de Mário Soares ou o de Álvaro Cunhal.
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  • La machine de la répression6.º ano — História e Geografia de Portugal · 9.º ano — História · 11.º ano — História B · 12.º ano — História A · 12.º ano — História, Culturas e Democracia · Cidadania e Desenvolvimento

    2,3 km 1 h 25 min Arrêts: 6Difficulté: Moyenne

    Entre a Sé e os Restauradores, a cadeia, o tribunal, os calabouços, a polícia política, a censura e a propaganda: o que o 6.º ano resume em «Os anos de ditadura»,2 o 9.º compara com outras ditaduras5 e o secundário estuda como os «mecanismos repressivos das liberdades individuais e coletivas» do Estado Novo.97 Serve também os passados dolorosos de História, Culturas e Democracia, em «Ditaduras e repressão»,10 e os «casos históricos e atuais de violação dos Direitos Humanos» de Cidadania;13 em cada porta, a turma vê o que lá se fez às mulheres e o que elas lá fizeram.

    Avant la sortie

    • Procurem no glossário da app a polícia política (PIDE/DGS), a censura, o Tribunal Plenário e os curros.
    • Façam um esquema com as peças da «máquina» — prender, julgar, interrogar, censurar, fazer propaganda — e escrevam ao lado de cada uma a paragem onde a vão ver.

    Au cours suivant

    • O Aljube era uma cadeia só de homens. Para onde iam as mulheres presas pela polícia política?
    • Escolham uma das mulheres deste percurso — Maria Alda Nogueira, Isabel Aboim Inglez, Conceição Matos ou Diana Andringa — e contem o que lhe aconteceu, e onde.
    • A 25 de abril de 1974, o jornal República saiu sem passar pela censura. Que diferença havia entre esse jornal e o que se fazia, desde 1969, no n.º 125 da Rua da Misericórdia?
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  • Du Padrão au quai6.º ano — História e Geografia de Portugal · 9.º ano — História · 11.º ano — História B · 11.º ano — História da Cultura e das Artes · 12.º ano — História A · 12.º ano — História, Culturas e Democracia · Cidadania e Desenvolvimento

    4,5 km 2 h 10 min Arrêts: 8Difficulté: Facile

    Liga a guerra colonial à «noção de império» (6.º ano),2 aos seus «custos humanos e económicos, quer para Portugal quer para os territórios coloniais» (9.º ano)5 e ao fomento das colónias «à luz da retórica imperial» (secundário);97 é o «“nosso” passado doloroso» de História, Culturas e Democracia10 e um caso das «perspetivas etnocêntricas» de que fala Cidadania.13 De Belém a Alcântara, a turma vê como o regime encenou o império em 1940 — o Padrão, a praça, o jardim onde expôs 138 pessoas —, os murais de Almada Negreiros na gare, que servem História da Cultura e das Artes,8 e o cais por onde partiram os soldados e chegaram, em 1975, os caixotes de quem regressava.

    Avant la sortie

    • Procurem no glossário da app a guerra colonial e os movimentos MPLA, PAIGC e FRELIMO.
    • Leiam a frase do Acto Colonial citada na paragem «1940 — o império em exposição». Que «função histórica» dava à Nação Portuguesa?

    Au cours suivant

    • Quantas figuras vão na proa do Padrão dos Descobrimentos, e quantas são de mulheres? Quem é?
    • Que mulheres aparecem no cais de Alcântara, entre os embarques de 1961 e os regressos de 1975?
    • Ponham numa linha do tempo a Exposição do Mundo Português, a rosa-dos-ventos oferecida pela África do Sul, o primeiro contingente para Angola, a Lei n.º 7/74 e os caixotes no cais.
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  • Le vote de Carolina6.º ano — História e Geografia de Portugal · 8.º ano — História · 9.º ano — História · 11.º ano — História A · 12.º ano — História A · Cidadania e Desenvolvimento

    4,1 km 1 h 50 min Arrêts: 6Difficulté: Moyenne

    A primeira mulher a votar em Portugal põe à prova as palavras do programa: «A revolução Republicana» (6.º ano),2 o «sufrágio censitário / sufrágio universal» (8.º),4 a doutrina republicana e o «feminismo» (9.º e 12.º),59 o sufrágio que foi incorporando «os analfabetos e as mulheres» (11.º)6 e a «(des)igualdade de género» de Cidadania.13 Do consultório de Carolina Beatriz Ângelo, na Baixa, ao Clube Estefânia, em Arroios, a turma segue as sufragistas da I República até à sala onde Carolina disse «Sou eu!».

    Avant la sortie

    • Em 1911, a lei dava o voto a quem soubesse ler e escrever ou fosse chefe de família. Quem ficava de fora?
    • Procurem no glossário da app as sufragistas e a Liga Republicana das Mulheres Portuguesas.

    Au cours suivant

    • Como conseguiu Carolina Beatriz Ângelo votar, e o que mudou na lei em 1913?
    • Porque davam as professoras do Grupo Português de Estudos Feministas aulas à noite a mulheres que não sabiam ler?
    • Ana de Castro Osório e Maria Veleda queriam o voto para mulheres diferentes. Qual era a diferença?
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  • Du Rato au parc9.º ano — História · 11.º ano — História B · 12.º ano — História A · Cidadania e Desenvolvimento

    3,8 km 2 h Arrêts: 8Difficulté: Moyenne

    As associações de mulheres que o regime fechou e a vigília católica de 1972 contra a guerra são casos de «oposição interna ao regime» (9.º ano)5 e das correntes de oposição que o secundário estuda;9 a manifestação feminista de 1975 é um exemplo das «transformações culturais e de mentalidade ocorridas após a Revolução de 1974» (11.º ano de História B)7 e da «(des)igualdade de género» de Cidadania.13 Entre Campo de Ourique e o Marquês de Pombal, a turma passa pela Capela do Rato, pelo Rádio Clube Português e pelo Parque Eduardo VII.

    Avant la sortie

    • Procurem no glossário da app o CNMP, o MDM e o MLM. O que tinham em comum?
    • Leiam a paragem do Rádio Clube Português: quem leu o comunicado das 14h30 do dia 25 de Abril?

    Au cours suivant

    • Comparem a exposição de livros de mulheres de 1947 com a manifestação feminista de 1975: o que queriam as mulheres, e como reagiram os outros?
    • Quem anunciou a vigília da Capela do Rato, e o que lhe aconteceu depois?
    • A «queima de soutiens» no Parque Eduardo VII é uma lenda. O que aconteceu de facto?
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  • Paroles interdites6.º ano — História e Geografia de Portugal · 9.º ano — História · 11.º ano — História B · 12.º ano — História A · Cidadania e Desenvolvimento

    3,5 km 1 h 55 min Arrêts: 8Difficulté: Moyenne

    Os conceitos de «censura» e de «liberdade de expressão» são do 6.º ano;2 «a oposição interna ao regime» é do 9.º;5 e o secundário pede que se destaquem «os acontecimentos de 1958» — aqui, o «Obviamente, demito-o!» de Humberto Delgado.97 Do Rossio ao Chiado, a turma passa por cafés, uma igreja, o Coliseu e redações de jornais onde se disse o que a censura não deixava, e, para Cidadania, pensa no «papel dos media na defesa e na construção da democracia pluralista».13

    Avant la sortie

    • Procurem no glossário da app a censura e a Sociedade Portuguesa de Escritores.
    • Em que dois momentos de 1974 aparece a «Grândola, Vila Morena», neste percurso e no percurso «O dia inicial»?

    Au cours suivant

    • Que mulheres escreveram ou falaram nestes lugares? Escolham uma e contem o que lhe aconteceu.
    • Porque é que o ministro fechou a Sociedade Portuguesa de Escritores, em 1965?
    • Deem dois exemplos, tirados do percurso, de palavras que a censura não deixava dizer e do sítio onde se disseram na mesma.
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  • Étudiants contre la dictature9.º ano — História · 11.º ano — História B · 12.º ano — História A · Cidadania e Desenvolvimento

    En métro et en train Arrêts: 9Difficulté: Facile

    A crise académica de 1962 e a morte de Ribeiro Santos em 1972 são exemplos de «oposição interna ao regime» e a Casa dos Estudantes do Império liga-os à «luta de emancipação dos povos colonizados» (9.º ano);5 no secundário, entram nas correntes de oposição ao Estado Novo.97 Para Cidadania, é a «participação ativa dos cidadãos, nomeadamente os mais jovens»,13 que a turma segue de metro, da Cidade Universitária a Santos.

    Avant la sortie

    • Procurem no glossário da app o luto académico e a Casa dos Estudantes do Império.
    • Vejam no mapa do percurso os três bairros por onde passa, e dividam a turma em três grupos, um por bairro.

    Au cours suivant

    • Que novidade trouxeram as estudantes à crise académica de 1962?
    • Comparem o 24 de março de 1962 com o 12 de outubro de 1972: o que aconteceu, e o que fizeram os estudantes a seguir?
    • Desde quando é o 24 de março o Dia Nacional do Estudante?
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  • Les jours de la liberté6.º ano — História e Geografia de Portugal · 9.º ano — História · 11.º ano — História B · 12.º ano — História A · Cidadania e Desenvolvimento

    En métro et en train Arrêts: 7Difficulté: Facile

    São «algumas das mudanças operadas» pelo 25 de Abril (6.º ano)2 e o princípio da democratização que o 9.º ano e o secundário estudam:597 os presos libertados, os exilados que voltam, o primeiro 1.º de Maio em liberdade, as primeiras eleições livres e a Constituição — matéria de «Democracia e Instituições Políticas», em Cidadania.13 Faz-se de metro e comboio, por partes, e acaba no Palácio de São Bento, que recebe visitas de escolas.27

    Avant la sortie

    • Escolham a parte do percurso que vão fazer: a Pontinha, Caxias, Santa Apolónia, o aeroporto, a Alameda e o estádio, ou São Bento.
    • Ponham numa linha do tempo os dias deste percurso, de 25 de abril de 1974 a 2 de abril de 1976.

    Au cours suivant

    • Quantas mulheres foram eleitas para a Assembleia Constituinte, e entre quantos deputados? Como eram muitas vezes tratadas no plenário?
    • O que dizem os artigos 13.º e 36.º da Constituição de 1976 sobre homens e mulheres?
    • «Ou todos ou ninguém»: quem o disse, em Caxias, e porquê?
    Voir le parcours
Sources28
  1. 1Despacho n.º 6605-A/2021, de 6 de julho (Diário da República, 2.ª série, n.º 129): define os referenciais curriculares das várias dimensões do desenvolvimento curricular, incluindo a avaliação externa. Diário da República (Imprensa Nacional-Casa da Moeda), 2021 — consulté le 3 octobre 2026O n.º 2 revoga «os demais documentos curriculares relativos às disciplinas do ensino básico e do ensino secundário com aprendizagens essenciais definidas».
  2. 2Aprendizagens Essenciais: História e Geografia de Portugal, 6.º ano (2.º ciclo do ensino básico). Direção-Geral da Educação, 2018 — consulté le 3 octobre 2026Datadas de julho de 2018.
  3. 3Aprendizagens Essenciais: História e Geografia de Portugal, 5.º ano (2.º ciclo do ensino básico). Direção-Geral da Educação, 2018 — consulté le 3 octobre 2026Datadas de julho de 2018.
  4. 4Aprendizagens Essenciais: História, 8.º ano (3.º ciclo do ensino básico). Direção-Geral da Educação, 2018 — consulté le 3 octobre 2026Datadas de julho de 2018, com revisão de 4 de fevereiro de 2022.
  5. 5Aprendizagens Essenciais: História, 9.º ano (3.º ciclo do ensino básico). Direção-Geral da Educação, 2018 — consulté le 3 octobre 2026Datadas de julho de 2018, com revisão de 4 de fevereiro de 2022.
  6. 6Aprendizagens Essenciais: História A, 11.º ano (ensino secundário). Direção-Geral da Educação, 2018 — consulté le 3 octobre 2026Datadas de agosto de 2018, com revisão de 4 de fevereiro de 2022.
  7. 7Aprendizagens Essenciais: História B, 11.º ano (ensino secundário). Direção-Geral da Educação, 2018 — consulté le 3 octobre 2026Datadas de agosto de 2018, com revisão de 4 de fevereiro de 2022.
  8. 8Aprendizagens Essenciais: História da Cultura e das Artes, 11.º ano (ensino secundário). Direção-Geral da Educação, 2018 — consulté le 3 octobre 2026Datadas de agosto de 2018, com revisão de 4 de fevereiro de 2022.
  9. 9Aprendizagens Essenciais: História A, 12.º ano (ensino secundário). Direção-Geral da Educação, 2018 — consulté le 3 octobre 2026Datadas de agosto de 2018, com revisão de 4 de fevereiro de 2022.
  10. 10Aprendizagens Essenciais: História, Culturas e Democracia, 12.º ano (ensino secundário, oferta de escola). Direção-Geral da Educação — consulté le 3 octobre 2026O documento não tem data; o ficheiro PDF é de outubro de 2019.
  11. 11História, Culturas e Democracia (notícia de 15 de outubro de 2019). Direção-Geral da Educação, 2019 — consulté le 4 octobre 2026O documento curricular da nova disciplina, com as suas Aprendizagens Essenciais, foi divulgado no sítio da Direção-Geral da Educação a 8 de outubro; a página está arquivada no Arquivo da Internet desde 12 de novembro de 2019, e o PDF do documento foi criado a 7 de outubro de 2019.
  12. 12Aprendizagens Essenciais – Ensino Secundário. Direção-Geral da Educação — consulté le 3 octobre 2026
  13. 13Aprendizagens Essenciais: Cidadania e Desenvolvimento (ensino básico e ensino secundário). Direção-Geral da Educação, 2025 — consulté le 3 octobre 2026Datadas de 1 de setembro de 2025.
  14. 14EducAljube (serviço educativo). Museu do Aljube – Resistência e Liberdade (EGEAC) — consulté le 3 octobre 2026
  15. 15EducAljube 2026/2027 (programa do serviço educativo). Museu do Aljube – Resistência e Liberdade (EGEAC), 2026 — consulté le 3 octobre 2026
  16. 16Visitas ao Museu. Museu Nacional Resistência e Liberdade (Peniche) — consulté le 3 octobre 2026
  17. 17Recursos (Educar). Museu Nacional Resistência e Liberdade (Peniche) — consulté le 3 octobre 2026
  18. 18Exposições itinerantes. Centro de Documentação 25 de Abril – Universidade de Coimbra — consulté le 3 octobre 2026
  19. 19O 25 de Abril para os mais novos – Cronologia hora a hora. Centro de Documentação 25 de Abril – Universidade de Coimbra — consulté le 2 octobre 2026
  20. 2025AprilPTLab – Laboratório interativo da transição democrática portuguesa. Centro de Estudos Sociais e Centro de Documentação 25 de Abril – Universidade de Coimbra — consulté le 3 octobre 2026
  21. 21Projeto Escolas à Descoberta de Abril. Comissão Comemorativa 50 Anos 25 de Abril — consulté le 3 octobre 2026
  22. 22EDA50 – Escolas à Descoberta de Abril. Conselho Nacional de Educação — consulté le 3 octobre 2026
  23. 23Acervo – EDA50. Conselho Nacional de Educação — consulté le 3 octobre 2026
  24. 24Estado Novo (tema). RTP Ensina — consulté le 3 octobre 2026
  25. 25Catálogo de Filmes. Plano Nacional de Cinema — consulté le 3 octobre 2026
  26. 26Ano letivo 2026-2027: «O Cinema está à tua espera». Plano Nacional de Cinema — consulté le 3 octobre 2026
  27. 27Visitas ao Palácio. Assembleia da República — consulté le 3 octobre 2026
  28. 28Despacho n.º 10637-A/2025, de 9 de setembro — Homologa as Aprendizagens Essenciais da componente curricular/disciplina de Cidadania e Desenvolvimento (Diário da República, 2.ª série, n.º 173, suplemento). Diário da República – Imprensa Nacional-Casa da Moeda — consulté le 4 octobre 2026Assinado a 8 de setembro de 2025 pelo secretário de Estado Adjunto e da Educação; diz que é a primeira vez que a componente tem Aprendizagens Essenciais e que o despacho produz efeitos a partir do ano letivo de 2025/2026.

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