Percurso · Revolução · a pé
O dia inicial
O 25 de abril de 1974 hora a hora, do Terreiro do Paço ao Carmo e à porta da polícia política
- Distância
- 2,3 km
- Duração
- 1 h 30 min
- Paragens
- 7
- Dificuldade:
- Média
O percurso, as fotografias e o mapa ficam no telemóvel, para abrir em qualquer lado.
Paragens
Mapa do percurso «O dia inicial», com 7 paragens numeradas. A lista das paragens está a seguir ao mapa.
As paragens
Paragem 1: : Madrugada — a coluna de SantarémHoje: Praça do Comércio

Praça do Comércio, 1100-148 Lisboa

O Terreiro do Paço (Praça do Comércio) vazio, numa manhã de abril de 2020. Jules Verne Times Two, CC BY-SA 4.0 A coluna da Escola Prática de Cavalaria saiu de Santarém às 03h30, comandada pelo capitão Salgueiro Maia, e por volta das seis da manhã ocupou esta praça, o Banco de Portugal e a Rádio Marconi — «Toledo, Bruxelas e Viena», no código do Movimento. As primeiras forças mandadas pelo regime puseram-se às ordens do MFA.2
Nos ministérios à volta da praça, o ministro do Exército mandou abrir à picareta uma parede para o Ministério da Marinha, e por ali fugiram ministros e chefes militares. No rio, às 7h30, a fragata «Almirante Gago Coutinho» recebeu ordem para se pôr em frente ao Terreiro do Paço e abrir fogo sobre os blindados. Não disparou.9
- 25 abr. 1974A coluna de Salgueiro Maia ocupa o Terreiro do Paço
- 25 abr. 1974Ministros fogem por uma parede aberta à picareta
- 25 abr. 1974A fragata «Almirante Gago Coutinho» no Tejo
O coronel Rodrigo Sousa e Castro fala do caminho de Salgueiro Maia «do Terreiro do Paço ao Largo do Carmo» e da PIDE/DGS, da tomada da sede à extinção da polícia política. É a segunda sessão do «Roteiro Didáctico e Pedagógico», um curso da Associação 25 de Abril publicado no canal da associação em 2021.
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Até à paragem 2220 m · 3 min a pé
Paragem 2: : Manhã — os soldados que não dispararamRua do Arsenal / Avenida Ribeira das Naus, 1100-038 Lisboa

Rua do Arsenal / Avenida Ribeira das Naus, 1100-038 Lisboa

A Rua do Arsenal, junto aos Paços do Concelho, em 2017. Sam, CC BY 2.0 A meio da manhã chegou pela Ribeira das Naus uma força fiel ao regime, com carros de combate M47. Salgueiro Maia foi ao seu encontro com um lenço branco na mão. O brigadeiro Junqueira dos Reis mandou o aspirante Fernando Sottomayor abrir fogo sobre ele; o aspirante recusou e recebeu ordem de prisão. A mesma ordem foi dada aos apontadores dos carros, e também eles recusaram. «Foi ali que se ganhou o 25 de Abril», diria Maia.9
Pouco depois, aqui na Rua do Arsenal, os tenentes Alfredo Assunção e Santos Silva tentaram negociar com o brigadeiro. Exasperado, ele deu três murros no tenente Assunção, que não respondeu: fez-lhe continência e retirou-se.3
- 25 abr. 1974Ribeira das Naus: os soldados recusam disparar
- 25 abr. 1974Rua do Arsenal: o brigadeiro agride o tenente Assunção
Segundo capítulo do filme feito com as fotografias que Alfredo Cunha tirou em Lisboa no dia 25 de abril de 1974, com música de Rodrigo Leão e realização de Miguel Brugo, publicado pela Comissão a 14 de fevereiro de 2024. Segue o livro do mesmo nome, em que esta parte tem texto de Adelino Gomes e imagens da Ribeira das Naus, da Rua do Arsenal e do Largo do Carmo.
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Até à paragem 3800 m · 10 min a pé
Paragem 3: : Meio-dia — a cidade desobedeceHoje: Praça D. Pedro IV

Praça D. Pedro IV, 1100 Lisboa

O Rossio (Praça de D. Pedro IV) visto do Elevador de Santa Justa, em 2007. Szilas, Domínio público Os comunicados do Movimento pediam à população que ficasse em casa. Lisboa fez o contrário e saiu à rua.12 Por volta do meio-dia, os blindados deixaram o Terreiro do Paço a caminho do Carmo; no Rossio, uma companhia enviada para os travar pôs-se às ordens do Movimento, e a coluna subiu as ruas íngremes do Chiado entre milhares de pessoas que aplaudiam.4
O que se vê hoje
Uma das placas dos «Lugares de Abril», da Câmara de Lisboa e da Associação 25 de Abril, com um código QR, inaugurada a 24 de março de 2024.17
Excerto do relato do jornalista Adelino Gomes no dia 25 de abril de 1974, sobre a coluna de Salgueiro Maia a caminho do Quartel do Carmo pela Rua Augusta e pelo Rossio, onde os militares começavam a ser apoiados pela população. Publicado pela Associação 25 de Abril com imagens cedidas pelos Arquivos da RTP.
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Até à paragem 4190 m · 3 min a pé
Paragem 4: : O cravo de CelesteHoje: Rua do Carmo

Rua do Carmo, 1200-093 Lisboa

A Rua do Carmo, a subir para o Chiado, com a passagem do Elevador de Santa Justa ao fundo, em 2019. Jan Helebrant, CC0 1.0 Celeste Caeiro trabalhava num restaurante da Rua Braamcamp que fazia um ano nesse dia; não chegou a abrir, e os cravos comprados para as clientes foram dados às empregadas.13 Celeste veio para a Baixa com o seu molho de flores. Junto às chaimites, um soldado pediu-lhe um cigarro. Ela não fumava e deu-lhe um cravo, que ele pôs no cano da espingarda.14
Os relatos não concordam sobre o ponto exato — o princípio da Rua do Carmo, a esquina com a Rua Garrett, o Rossio. Concordam no resto: o gesto repetiu-se pela cidade e deu nome à revolução.
O que se vê hoje
Desde 25 de abril de 2025, uma placa da Câmara de Lisboa com o poema «Celeste em Flor», de Rosa Guerreiro Dias, lembra Celeste Caeiro no fim da rua, junto ao Rossio — no local onde, segundo a notícia do descerramento, ela deu o cravo.18
Descerramento, no fim da Rua do Carmo, junto ao Rossio, de uma placa com o poema «Celeste em Flor», de Rosa Guerreiro Dias, que lembra o cravo que Celeste Caeiro deu a um soldado que lhe pedira um cigarro. A placa assinala o gesto 51 anos depois.
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Até à paragem 5280 m · 4 min a pé
Paragem 5: : Tarde — o cerco ao CarmoHoje: Comando-Geral da GNR e Museu da Guarda Nacional Republicana

Largo do Carmo, 1200-092 Lisboa

O Quartel do Carmo, comando-geral da GNR, no Largo do Carmo, em 2017. Marcin Latka, CC BY-SA 2.0 Marcelo Caetano estava aqui desde a madrugada: às cinco da manhã, o diretor da polícia política telefonara-lhe — «Senhor Presidente, a Revolução está na rua!» — e aconselhara-o a refugiar-se no quartel da GNR.4 Segundo a cronologia de Jofre Alves, foi Maria de Lurdes Rocha, chefe da limpeza e da lavandaria do quartel, quem preparou à pressa cinco quartos para o governo cercado.10
A coluna chegou cerca das 12h30 e cercou o quartel; a multidão encheu o largo e as ruas à volta. Pelas 14h30, o Rádio Clube Português passou um comunicado do MFA que anunciava o cerco, «agora lido por uma mulher», Clarisse Guerra.9 Às 15h10 Maia deu dez minutos para a rendição; às 15h25, uma chaimite disparou rajadas contra o alto da fachada. Às 16h00 chegou um emissário do general Spínola, e Caetano aceitou render-se — «assim o poder não cai na rua» —, desde que fosse a um oficial-general.5
Spínola entrou no quartel ao fim da tarde. Às 18h30, Salgueiro Maia fez entrar de marcha-atrás pela porta de armas a chaimite «Bula», que levou Caetano e dois ministros para o posto de comando do MFA, na Pontinha.911
O que se vê hoje
Uma das placas dos «Lugares de Abril», da Câmara de Lisboa e da Associação 25 de Abril, assinala o largo.5
- 25 abr. 1974Silva Pais avisa Caetano: «a Revolução está na rua»
- 25 abr. 1974A coluna da EPC sobe ao Carmo e cerca o quartel da GNR
- 25 abr. 1974Uma voz de mulher lê o comunicado do cerco ao Carmo
- 25 abr. 1974Ultimato e rajadas contra a fachada do Quartel do Carmo
- 25 abr. 1974Emissários de Spínola entram no Carmo; Caetano aceita render-se
- 25 abr. 1974Spínola no Carmo; Caetano sai na chaimite «Bula»
Com as cinco últimas placas, inauguradas a 24 de março de 2024, Lisboa passou a ter 25 a assinalar os lugares da ação do MFA no 25 de abril de 1974 — o projeto «Lugares de Abril», da Câmara e da Associação 25 de Abril. A Câmara destaca o Largo do Carmo, «o local mais simbólico» de Abril.
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Até à paragem 6390 m · 6 min a pé
Paragem 6: : A senha da meia-noiteHoje: Um hotel, The Ivens

Rua Capelo, 5, 2.º, 1200-224 Lisboa

A Rua Capelo, no Chiado, vista de uma varanda do Teatro Nacional de São Carlos, em 2016. Maarten Brinkerink, CC BY-SA 2.0 Volta-se atrás no tempo. Aqui, na Rua Capelo, ficavam os estúdios da Rádio Renascença. Foi daqui que, às 00h20 de 25 de abril, o programa «Limite» transmitiu «Grândola, Vila Morena», de José Afonso: a segunda senha, a que dizia às unidades do Movimento que as operações estavam em marcha e já não tinham volta.6
A canção escolhida primeiro fora «Venham Mais Cinco», mas estava proibida na Renascença; foi o jornalista Carlos Albino, um dos autores do «Limite», quem propôs a «Grândola». O locutor Leite de Vasconcelos gravou a leitura da primeira quadra, que antecedeu a canção, sem saber para que servia.7
- 23 abr. 1974A «Grândola» é escolhida como senha no programa «Limite»
- 25 abr. 1974«Grândola, Vila Morena» na Rádio Renascença confirma a revolução
José Afonso dá a sua opinião sobre o uso de «Grândola, Vila Morena» como uma das senhas do 25 de Abril, num excerto publicado pela Associação José Afonso em janeiro de 2022. A data da entrevista não vem indicada.
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Até à paragem 7430 m · 6 min a pé
Paragem 7: : Noite — os quatro mortos da Rua António Maria CardosoHoje: Condomínio residencial

Rua António Maria Cardoso, 22, Lisboa (código postal do troço: 1249-101, segundo o OpenStreetMap)

A Rua António Maria Cardoso, com o então Teatro da República (hoje São Luiz), entre cerca de 1911 e 1915. Fotografia de Charles Chusseau-Flaviens. Charles Chusseau-Flaviens, Domínio público Tomar a sede da polícia política não estava no plano do MFA. Ao longo do dia, a multidão foi-se juntando aqui à porta a exigir a rendição. Ao princípio da noite, já com Caetano rendido, agentes da DGS dispararam das janelas sobre as pessoas na rua: morreram Fernando Carvalho Giesteira, de 18 anos, José James Harteley Barneto, de 38, João Guilherme Rego Arruda, de 20, e Fernando Luís Barreiros dos Reis, de 23. Houve dezenas de feridos, e nunca se apurou quem disparou.128
A DGS só se rendeu na manhã seguinte. Na parede, uma placa lembra os quatro nomes; a primeira foi posta em 1980 por um grupo de cidadãos.15
O que se vê hoje
Uma placa posta por cidadãos em 1980 diz: «Aqui, na tarde de 25 de Abril de 1974, a PIDE abriu fogo sobre o povo de Lisboa e matou: Fernando C. Gesteira, José J. Barneto, Fernando Barreiros dos Reis, José Guilherme R. Arruda. Homenagem de um grupo de cidadãos – 25-4-1980».15 Dois nomes estão mal escritos: os mortos chamavam-se Fernando Carvalho Giesteira e João Guilherme Rego Arruda.1920 Retirada durante as obras do condomínio, foi reposta em 2009 num canto pouco visível. A Câmara de Lisboa colocou uma placa em 2010 e, a 3 de abril de 2024, inaugurou uma nova, com um código que leva às biografias dos quatro mortos no sítio do Museu do Aljube.2122
- 25 abr. 1974Disparos da PIDE/DGS matam quatro pessoas na Rua António Maria Cardoso
- 26 abr. 1974Rendição e ocupação da sede da DGS
Conceição Matos e Domingos Abrantes contam juntos, num testemunho recolhido pelo museu a 7 de outubro de 2015, a clandestinidade, as prisões e a tortura. As palavras-chave do museu incluem a prisão do Aljube, Caxias, os interrogatórios da PIDE e a fuga de Caxias.
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Museu do Aljube Resistência e Liberdade, no YouTube. O leitor só se liga a esse sítio quando carregar em «Ver».
História
«Esta é a madrugada que eu esperava / O dia inicial inteiro e limpo», escreveu Sophia de Mello Breyner Andresen sobre o 25 de Abril.1
Este percurso segue esse dia pelas ruas onde ele se decidiu: a coluna de Salgueiro Maia que chega de Santarém de madrugada, os soldados que recusam disparar, a cidade que desobedece aos apelos para ficar em casa, o cravo de Celeste Caeiro, a voz de Clarisse Guerra na rádio, o cerco ao Carmo e a rendição de Marcelo Caetano. Acaba onde o dia acabou mal: à porta da polícia política, onde quatro pessoas foram mortas a tiro ao princípio da noite.
As horas são as das cronologias da Associação 25 de Abril, da Comissão Comemorativa dos 50 anos e do Centro de Documentação 25 de Abril. Quando não batem certo umas com as outras, diz-se.
Antes de ir
- Partida
- Terreiro do Paço (Praça do Comércio) — Metro Terreiro do Paço (linha azul)
- Chegada
- Rua António Maria Cardoso, no Chiado — Metro Baixa-Chiado (linhas azul e verde) e elétrico 28
- Acessibilidade do caminho
- A Baixa é plana. Do Rossio ao Largo do Carmo sobe-se a Rua do Carmo, íngreme, em calçada portuguesa que escorrega com chuva. Do Carmo até ao fim o caminho é quase plano, com passeios estreitos na Rua Capelo e na Rua António Maria Cardoso.
Datas
23 abr. 1974
25 abr. 1974
- A coluna de Salgueiro Maia ocupa o Terreiro do PaçoParagem 1 · Madrugada — a coluna de Santarém
- Ministros fogem por uma parede aberta à picaretaParagem 1 · Madrugada — a coluna de Santarém
- A fragata «Almirante Gago Coutinho» no TejoParagem 1 · Madrugada — a coluna de Santarém
- Ribeira das Naus: os soldados recusam dispararParagem 2 · Manhã — os soldados que não dispararam
- Rua do Arsenal: o brigadeiro agride o tenente AssunçãoParagem 2 · Manhã — os soldados que não dispararam
- Lisboa desobedece ao MFA e sai à ruaParagem 3 · Meio-dia — a cidade desobedece
- Celeste Caeiro e os cravosParagem 4 · O cravo de Celeste
- Silva Pais avisa Caetano: «a Revolução está na rua»Paragem 5 · Tarde — o cerco ao Carmo
- A coluna da EPC sobe ao Carmo e cerca o quartel da GNRParagem 5 · Tarde — o cerco ao Carmo
- Uma voz de mulher lê o comunicado do cerco ao CarmoParagem 5 · Tarde — o cerco ao Carmo
- Ultimato e rajadas contra a fachada do Quartel do CarmoParagem 5 · Tarde — o cerco ao Carmo
- Emissários de Spínola entram no Carmo; Caetano aceita render-seParagem 5 · Tarde — o cerco ao Carmo
- Spínola no Carmo; Caetano sai na chaimite «Bula»Paragem 5 · Tarde — o cerco ao Carmo
- «Grândola, Vila Morena» na Rádio Renascença confirma a revoluçãoParagem 6 · A senha da meia-noite
- Disparos da PIDE/DGS matam quatro pessoas na Rua António Maria CardosoParagem 7 · Noite — os quatro mortos da Rua António Maria Cardoso
26 abr. 1974
Notas sobre as fontes1
- O papel de Maria de Lurdes Rocha só aparece na cronologia de Jofre Alves (CD25A).
Sabe mais, ou tem um documento? Conte-nos.
Fontes22
- 1«25 de Abril», de Sophia de Mello Breyner Andresen. URAP – União de Resistentes Antifascistas Portugueses, 2020 — consultado a 2 de outubro de 2026
- 2Terreiro do Paço (Lugares de Abril). Associação 25 de Abril — consultado a 2 de outubro de 2026
- 3Rua do Arsenal (Lugares de Abril). Associação 25 de Abril — consultado a 2 de outubro de 2026
- 4Movimentações do dia 25 de Abril. Associação 25 de Abril — consultado a 2 de outubro de 2026
- 5Largo e Quartel do Carmo (Lugares de Abril). Associação 25 de Abril — consultado a 2 de outubro de 2026
- 6Rádio Renascença, 25/04/1974, 00:20 (Movimentações do dia 25 de Abril). Associação 25 de Abril — consultado a 2 de outubro de 2026
- 7Preparativos para a transmissão da senha, 23/04/1974 (cronologia). Associação 25 de Abril — consultado a 2 de outubro de 2026
- 8Sede da Pide/DGS (Locais de Abril). Associação 25 de Abril — consultado a 2 de outubro de 2026
- 9Operação Viragem Histórica. Comissão Comemorativa 50 Anos 25 de Abril — consultado a 2 de outubro de 2026
- 10Cronologia do 25 de Abril, por Jofre Alves (blogue Abril de Novo, 2010), na Biblioteca Digital do CD25A. Centro de Documentação 25 de Abril – Universidade de Coimbra — consultado a 2 de outubro de 2026
- 11O 25 de Abril para os mais novos – Cronologia hora a hora. Centro de Documentação 25 de Abril – Universidade de Coimbra — consultado a 2 de outubro de 2026
- 1225 de Abril de 1974. Museu do Aljube Resistência e Liberdade (EGEAC) — consultado a 2 de outubro de 2026
- 1325 de Abril. Celeste Caeiro, a mulher que pintou Lisboa e o país de cravos. A Mensagem de Lisboa — consultado a 2 de outubro de 2026
- 14Onde eu estava há 50 anos por... Celeste Caeiro. Diário de Notícias — consultado a 2 de outubro de 2026
- 15Placa da ex-sede da PIDE: reposta mas em local escondido. Esquerda.net (29/12/2009) — consultado a 2 de outubro de 2026
- 16Lisboa – Lugares de Abril. Associação 25 de Abril — consultado a 3 de outubro de 2026
- 17Inauguradas as últimas placas do Projeto «Lugares de Abril». Olhares de Lisboa, 2024 — consultado a 3 de outubro de 2026
- 18«Celeste dos Cravos» imortalizada na Rua do Carmo. Região de Lisboa (SAPO), abril de 2025 — consultado a 3 de outubro de 2026A placa com o poema «Celeste em Flor», de Rosa Guerreiro Dias, foi descerrada pela Câmara de Lisboa a 25 de abril de 2025, no fim da Rua do Carmo, junto ao Rossio.
- 19Fernando Carvalho Giesteira. Memória Comum – Memorial aos Presos e Perseguidos Políticos — consultado a 4 de outubro de 2026Dá-o com 17 anos, nascido em Vreia de Jales (Vila Pouca de Aguiar), filho de Amândio Gomes Giesteira e de Emília de Carvalho.
- 20João Guilherme Rego Arruda. Memória Comum – Memorial aos Presos e Perseguidos Políticos — consultado a 4 de outubro de 2026Ficha de João Guilherme Rego Arruda, um dos quatro mortos pelos disparos da sede da DGS a 25 de abril de 1974.
- 21Esta semana, e sempre, a rua lembra os quatro homens assassinados pela PIDE/DGS. Time Out Lisboa (1/4/2024) — consultado a 2 de outubro de 2026
- 22PIDE: Homenagem aos quatro cidadãos assassinados em 25 de Abril de 1974. Olhares de Lisboa (abril de 2024) — consultado a 3 de outubro de 2026A Câmara de Lisboa inaugurou a placa a 3 de abril de 2024; vem substituir «a que existia até então, mas que não continha dados correctos», e tem um código QR para as biografias dos quatro mortos.
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