Saltar para o conteúdo
Em Cada Esquina

Mulheres da resistência

Luísa Tito de Morais

n. 1942

Aos cinco anos visitava o pai, preso no Aljube. Aderiu ao PCP aos 16, lutou nos liceus, viveu exilada em Paris, Praga e na Argélia, voltou clandestina em 1970 e integrou depois a direção da Comissão Democrática Eleitoral.

Repressãomilitante do movimento licealmilitante do PCPexiladadirigente da Comissão Democrática Eleitoral
Nasceu
1942
Ver no mapa

Biografia

Nasceu em 1942 numa família de oposicionistas. Aos cinco anos ia visitar à prisão do Aljube o pai, Manuel Alfredo Tito de Morais, dirigente do Movimento de Unidade Democrática (MUD) e, mais tarde, um dos fundadores do Partido Socialista. O avô, o almirante Tito de Morais, participara no 5 de outubro de 1910.1

Em 1958 acompanhou as campanhas de Arlindo Vicente e de Humberto Delgado e, aos 16 anos, aderiu ao PCP. Participou nas lutas dos estudantes dos liceus e na criação de uma pró-associação dos estudantes liceais. A partir de 1961 viveu no exílio — em Paris, em Praga e na Argélia —, sempre com o companheiro, Pedro Ramos de Almeida.1

Regressou clandestinamente a Portugal em 1970. Em 1972 deixou a clandestinidade e passou à atividade política legal, sobretudo na Comissão Democrática Eleitoral (CDE), de cuja direção fez parte.1

Notas sobre as fontes1
  • O local e o dia do nascimento: o Museu do Aljube dá apenas o ano, 1942.

Sabe mais, ou tem um documento? Conte-nos.

Fontes1
  1. 1Luísa Tito de Morais. Museu do Aljube Resistência e Liberdade — consultado a 2 de outubro de 2026

Menu

Aspeto